Ásia

  09/06
 

Viajar é uma das coisas mais deliciosas do mundo. A prova de que todos gostam de desbravar o mundo é que, quando perguntamos para alguém “o que você faria se fosse milionário?”, geralmente ouvimos “viajaria pelo mundo”. Porém, não precisamos abandonar tudo e vender a casa para fazer isso. De pouquinho em pouquinho, podemos ir viajando e conhecendo cenários maravilhosos. E já que é por etapas, aqui vai uma lista de dez lugares para conhecer antes dos 30 anos.

Não, calma. Ninguém aqui está dizendo que não podemos viajar depois dos 30. A questão é que a idade marca uma passagem importante para muitas pessoas, e nada melhor do que essas listinhas para impor algumas metas motivantes.

VLIFESTYLE - 10 LUGARES PARA CONHECER ANTES DOS 30

01. Barcelona – Espanha

Barcelona

02. Rio de Janeiro – Brasil

Rio de Janeiro - cidades brasileiras mais visitadas

03. Machu Picchu – Peru

Machu Picchu

04. Las Vegas – Estados Unidos

Las Vegas

05. Cancún – México

Cancun

06. Gold Coast – Austrália

Gold Coast

07. Amsterdã – Holanda

Amsterdan

08. Londres – Reino Unido

Londres VLIFESTYLE

09. Dublin – Irlanda

Dublin

10. Phi Phi Island – Tailândia

Phi Phi Island - Thailand

 







  07/10
 

O Next Stop desta semana tem um gostinho diferente que até vale contar. Logo que comecei a planejar o blog, durante um voo de Porto Alegre para São Paulo, tive a ideia de fazer essas entrevistas de viagens e o primeiro destino que veio na minha cabeça foi o Camboja. Uma superamiga visitou o país aumentando minha vontade de conhecer. Divido com vocês a conversa com a estudante de Relações Públicas Gabriela Fraga – e acho que também dividirei o desejo de conhecer esse lugar mágico!

Camboja 1

Cidade e país: Siem Reap, Camboja

Quanto tempo ficou: Fiquei 5 dias. Vim de ônibus do Vietnã e sai de ônibus pra Tailândia.

Em qual época do ano foi: Fevereiro

Que idade tinha quando fez a viagem: 21

Qual objetivo da viagem: Turismo

Quais são os documentos exigidos? Só passaporte e uma quantia em dinheiro

Viajou sozinha ou em grupo: Viajei com três amigos

Quanto gastou: Não sei ao certo, mas muito pouco. Lembro que o quarto de hotel era 7 dólares. E o hostel era mais barato ainda.

Que tipo de hospedagem utilizou: Uma noite em hotel e o resto em um hostel.

Como organizou a viagem: Eu estava morando na Austrália, peguei uma revista sobre a Ásia, pesquisei alguns lugares no google e decidi quais eu queria conhecer. Não teve muuita organização. Reservei só a primeira noite no hostel (sempre faço isso), pois caso não seja bom ou eu queira trocar de lugar eu mudo!

Como foi a alimentação: A comida era boa e estranha ao mesmo tempo.. muuuito apimentada! E era tudo barato. Senti falta de padarias.. lanchonetes.

O que mais gostou: Da magnitude do conjunto de templos de Angkor Wat. Não costumamos a estudar sobre isso no colégio. Então quando nos deparamos com algo tão grandioso e desconhecido, que foi construído a centenas de anos atrás (quando não se tinha nenhuma forma de tecnologia), e é considerado a maior construção de cunho religioso que já existiu, é impossível não se arrepiar!

O que menos gostou: O Camboja possui uma história muito triste, marcada por um genocídio inexplicável e diversos outros conflitos. O povo sofre até hoje. É um país muito pobre. Eu vi a prostituição de perto, pois existe uma cultura de vender as crianças para este fim. Mas há esperança: visitei também um abrigo de crianças formado por uma família brasileira que as tira dessa vida e as cria como filhas.

Qual lugar um turista não pode deixar de visitar: Os templos de Angkor Wat. A imagem de Angkor Wat está por toda parte.. no dinheiro deles, no rótulo da cerveja, em todo lugar!

Por que escolhei esse destino: Um motivo determinante para escolher essa cidade foi porque uma amiga que viajava junto adotou financeiramente uma menina de uma instituição de lá e ela foi conhecer. Foi muito lindo e emocionante o encontro! Aí fiquei com vontade de conhecer.

Voltaria? Pro Camboja não. É uma experiência linda e incrível. Mas é um país com infraestrutura baixíssima. A minha viagem de volta para Tailândia foi muito complicada pela difícil comunicação (ninguém falava inglês). Andamos em dois ônibus diferentes, atrás de um caminhão, em uma van e não conseguíamos entender o porquê que nos trocavam tanto de transportes! Acabamos saindo do grupo e nos perdemos num posto de gasolina, no meio de uma estrada na fronteira da Tailândia. Demoramos um pouco, mas conseguimos nos comunicar por gestos com um taxista que nos levou para Bangkok.

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Fotos: Bruno Lacerda