dicas

  27/10
 

Tão bom quando a sugestão vem de vocês! E o post de hoje é um pedido de uma amiga que disse o seguinte “não importa nossa idade ou momento da nossa vida, sempre recebemos algum amigo em casa e é chato receber mal”. E não é verdade? Mantendo a ideia dos outros textos sobre casa, esse é para nós que acabamos de sair dos ninhos e estamos começando a lidar com nossos lares. Não precisamos da riqueza de detalhes da casa de nossos pais, mas trago dicas para receber bem nossos amigos independente da situação.

dicas para receber bem em casa - VLIFESTYLE

01. FLORES: Plantas em geral sempre alegram qualquer ambiente e já conversamos sobre elas aqui e aqui. Mas quando vamos receber alguém em nossa casa, elas tornam-se ainda mais importantes. Assim como as próximas sugestões, as flores deixam o ambiente mais aconchegante e agradável. A blogueira Denise Gebrim ensinou neste vídeo aqui como fazer um arranjo super simples, bonito e duradouro. Vale conferir!

02. VELAS: Sou apaixonada por velas aromáticas e quem me passou esse amor foi minha mãe, que inclusive que ensinou a fazê-las. Hoje em dia encontramos em várias lojas e até supermercados velas com cheirinhos gostosos com preços bem amigos. Caso você não queira comprar pronta, mas também não quer fazer de fato (derretendo parafina e tal), aqui vai uma super dica: compre uma vela pequena normal, coloque ela em um vidro e cerque-a de canela, cravo ou café. O calor da chama fará com que o produto que está perto solte seu aroma e perfume o ambiente.

03. MÚSICA: Parece bobagem, mas é muito importante ter alguma música adequada para a ocasião. Se for uma circunstância romântica, músicas românticas. Se for uma reunião mais descontraída, músicas mais alegres. E assim por diante. Vale lembrar que o som não pode estar alto ao ponto de atrapalhar a conversa das pessoas, nem tão baixinho de modo que ninguém o perceba.







  20/10
 

Dicas caseiras são (quase) sempre sensacionais. É claro que às vezes aquela super sugestão pode ser doida demais e acabar prejudicando mais do que ajudando. Porém, vim trazer um trio de dicas que testei e aprovei. E num assunto que a mulherada pira: madeixas. Veja agora três maneiras de hidratar o cabelo em casa e sem gastar muito.

Hidratar o cabelo em casa - VLIFESTYLE

Antes de começar a ler, repare bem nas imagens acima e pense qual tipo de cabelo você quer: seco e destruído ou hidratado e sedoso. A última opção, não é mesmo? Então não tenha preguiça! As sugestões abaixo são super práticas.

01. MÁSCARA: Tem em qualquer farmácia e/ou supermercado e há várias marcas nacionais e baratinhas que são ótimas. Com o cabelo úmido, aplique a máscara de sua preferência nos fios na altura na orelha para baixo. Prenda as madeixas e coloque uma touca térmica. Se não tiver, enrole papel laminado mesmo. Espera uns 20 minutos e enxágue bem.

02. AMPOLAS: A opção mais prática de todas. Acredito que tenha surgido com a Pantene e logo outras marcas laçaram suas versões. No banho, após lavar o cabelo, aplique a ampola de sua preferência. Basta deixar três minutos (algumas até menos) e pronto. É só enxaguar. Elas são superpotentes, mesmo com o pouco tempo necessário para elas agirem.

03: ÓLEO DE COCO: Uma opção mais natureba e tão maravilhosa quanto as demais. O óleo de coco usado aqui é o mesmo de cozinha e etc. Basta passar nos fios, prender e deixar agir. Não precisa encharcar. O ideal é esperar uma hora ou mais com o óleo no cabelo. Tem gente que aplica bem pouquinho, põe uma toalha em cima do travesseiro e dorme assim, só retirando o óleo no outro dia pela manhã. Mas atenção! Para não deixar os fios pesados e oleosos, não faca essa hidratação com menos de 15 dias de intervalo.







  15/09
 

Conforme prometido semana passada, o Next Stop sobre Roma continua. Tyssi Vidaletti agora fala sobre turismo, culinária e o relacionamento com os romanos.

Next Stop Roma 2

TURISMO

Para mim, a coisa mais espetacular de Roma é ver o que restou do Império Romano e como a idade média se desenvolveu por cima, é tão nítido. E ainda fico sem ar toda vez que passo pelo Coliseu – quer dizer, tá ali desde o ano 70, sabe!? Aconteceram coisas grotescas ali dentro, ficar sentada olhando, imaginando e filosofando, se amadurece vários pensamentos e explicações gerais sobre a humanidade. Uma dica bacana que posso dar é: PESQUISE ANTES! Leia o que puder antes de vir pra Roma, porque são tantos significados que muita coisa incrível pode passar despercebida por falta de informação.

Next Stop Roma 1

Além dessa parte da história, há poucos minutos a pé do Coliseu, se encontra o Altare della Patria ou Monumento a Vittorio Emmanuele II (que foi o primeiro Rei da Itália já unificada) ou também conhecido como Vittoriano. Uma construção polêmica, que iniciou em 1885 e terminou em 1935, sua execução significou destruir muitas ruínas importantes da era medieval e imperial. É feito todo em mármore, um elefante branco bem no meio de Roma. Enche tanto os olhos que não consigo mais pensar como era Roma moderna sem ele.

Next Stop Roma 3

Next Stop Roma 4

Sou adepta do pensamento “menos é mais” para tudo, não, neste caso não estou falando de moda, mas de viagens: prefiro menos lugares por mais tempo. Pipocar em mil lugares ficando em cada um por dois dias não te dá a mínima percepção real da cidade. Roma precisa de atenção, gente: eu diria no mínimo cinco bons e cheios dias.

COMIDA

Quem não pensou em comida!? É… vir visitar Roma não combina com dieta… não mesmo! Três palavras fundamentais – Massas, pizzas e sorvete! Depois dessas vem vinhos, queijos e saladas mediterrâneas… Basicamente é isso. Tenho paixão pela ‘cucina laziale’ – aqui da região do Lazio, mas a minha queridinha é a penne alla rabiatta. A característica dessa cozinha é a simplicidade, geralmente são três ingredientes básicos que bem misturados ficam dos céus. A minha queridinha é composta por alho, tomates e pimenta vermelha – como até morrer, juro, até sentir que vou explodir (e me sinto mal por dizer isso, já que fazer isso é muito feio!). Ainda temos a pasta caccio peppe, composta de queijo de ovelha (muito normal aqui na Italia) e pimenta preta.

Next Stop Roma 5

Eu não como carne vermelha, nem frango, e aqui é o paraíso para o meu tipo de alimentação. A maioria esmagadora da carne vermelha consumida na Itália vem das américas, logo, é muiiiito caro e a qualidade não é boa, então, eu diria que não comer carne aqui é um ponto muito positivo (não só para saúde e consciência) para o bolso. Em compensação vejo o pessoal se lambuzando nas tábuas de salame e queijo – sim, o salame é top – (já sabiam os descendentes de italianos do RS).

Não sou vegana, nem próxima disso, (ok, Tyssi, sem discussões morais contigo mesma no meio do texto) continuando… uma coisa sensacional é a mozzarella, gente, como é ma.ra.vi.lho.sa. Ela vem em bolotas, não em fatias, são lindas bolotas brancas de queijo fresco, com isso é fácil se viciar na insalata caprese – tomates, mozzarella e manjericão fresco, a preferida dos italianos. No geral, eles lidam muito bem com vegetais – salve a dieta mediterrânea!

OS ROMANOS

Não sei o motivo, quando penso em Romanos a palavra que vem é ‘visceral’. Eles são expansivos, cheios de personalidade, ímpares, intensos, explosivos e nada fáceis. Aqui entra aquela discrepância entre turismo e habitação. No turismo eles precisam do dinheiro que vem de fora, afinal, Roma é sustentada pelo dinheiro que sua história movimenta, por outro, conviver com romanos é complicado.

Sim, eles falam com a mãos;

Sim, eles gritam;

Sim, eles tem ótimos xingamentos;

Sim, acho que eles adoram uma briga.

Sobre isso, já montei uma “tese” na cabeça. Creio que no inconsciente coletivo dos Romanos ainda há resquícios do império, e por isso eles são tão estourados e tem uma certa pró atividade para a ‘guerra’. No meu edifício, que é bem pequenino, já briguei seriamente com uma senhora mal educada que mora dois andares acima. E foi ela que desceu para me xingar, por um único motivo: eu não posso pisar no pátio que fica do lado de fora da minha janela, este qual eu tenho a chave da porta, “porque pertence ao condomínio e é regra e pronto”, preciso dizer que foi uma discussão bem feia e mais de uma vez, ela foi a única que reclamou, ma mi ha rotto i coglioni abbastanza! Meio sem explicações, respirei e pensei ‘deve ser a cultura da guerra’, melhor pensar assim.

Sempre tem um lado bom, quando cria laço com um romano este será deveras teu amigo, pode ficar sem falar, pode viajar, pode pirar, pode tudo, ele vai ser teu amigo, quasi come la famiglia. São raros, mas são bons, acho que como a maior parte das coisas da vida.

Next Stop Roma 6

Amigo Romano e Romanista no jogo da Roma

“QUEM TEM BOCA VAIA ROMA”

Para quem não sabe, esta é a forma correta do ditado. Na época do império o desgosto com alguns imperadores fazia com que a população vaiasse. Os romanos vaiam bastante sua Roma, mas a amam de uma maneira linda, quase como os cariocas com Rio, só que mais. E se entende!

Aprendo diariamente, aprendo sobre diversidade, dificuldade, história, um milhão de coisas. Conhecer pessoas de todos os cantos me torna mais aberta, muito mais. Principalmente agora com a crise imigratória (mas isso não é assunto para agora).

Eu estava cursando um mestrado – comunicazione, media digitale e giornalismo – estudei na Famecos (PUCRS), e o formato de jornalismo deles me parece tão estranho e amador (sem julgamentos) que não consegui continuar e estou no processo de mudança de curso, para outro de comunicação e publicidade. O ano letivo recomeça em outubro. Mas sem dúvida, posso dizer que o academicismo não me ensina tanto quanto o fato de simplesmente estar aqui.

LUGARES

Coliseu – Parada que todo mundo fica eufórico quando pessoal chega em Roma. Por 12 euros tem direito a dois dias de ingresso, divididos entre Coliseu e fórum romano (ruínas da Roma antiga – beeem legal). COMPRE PELA INTERNET!

( http://www.coopculture.it/colosseo-e-shop.cfm )

Chiesa San Giovanni in Laterano – gente, eu amo essa igreja, sério, não sou uma pessoa religiosa, mas quando chego perto dela eu me arrepio toda! Ela foi o primeiro Vaticano. É incrível, é obrigatório, para as meninas assanhadas (hehe) tapem os bracinhos em respeito ao Cristo (na verdade não sei se é isso hahaha mas tem que levar um cachecol, véu ou algo assim) VÁ COMPORTADA, MENINA! Já fui, inclusive, barrada de entrar. É de tirar o fôlego, tem esculturas de QUATRO METROS DE ALTURA dos apóstolos e é uma das igrejas papais, aliás, ela no seu significado representa mais que San Pietro, já que tem o título de Mãe das Igrejas. É sério! É incrível, é linda, É GRÁTIS!

Next Stop Roma 7

Fachada da Igreja, com gopro parece que ela é pequena, mas na verdade é gigante

Vaticano – Bom, acho que não preciso falar muito. Não gosto de ir no museu, obviamente já fui, porque é meio obrigatório, mas acho um pouco claustrofóbico caminhar sem parar em corredores intermináveis com centenas de pessoas… hahaha sem querer desestimular, no geral as pessoas adoram, eu não! É claro que é incrível, eles tem uma coleção genial de obras e mais a capela Sistina, mas não repetirei o passeio tão cedo. A Basílica São Pedro tem filas enormes, mas se pegar um dia e conseguir entrar, é demais, demais mesmo. No subterrâneo tem os túmulos Papais, é algo indescritível de ver. COMPRE PELA INTERNET! (a Basílica é gratuita). 20 euros para os museus.

(http://biglietteriamusei.vatican.va/musei/tickets/index.html )

Porta Portese – Acontece todos os domingos pela manhã o mercado a céu aberto! É muito bom, tem tuuuudo que possa imaginar para vender por preços amigáveis. Esse mercado é gigantesco e é algo pertencente à cultura romana. Inclusive citado naquele filme do Vittorio di Sica (1948), I ladri di Biciclette.

Villa Borghese – Fazendo uma péssima comparação, mas para me fazer entender, é o Central Park de Roma. Pertencia à Famiglia Borghese (praticamente dona de Roma em a partir de 1500). Tiveram até Papa entre os seus – Papa Paulo V (Camillo Borghese). Lugar lindo, limpo, de paz e com um mirante para Piazza del Popolo.

Via del Corso – O lugar das compras, uma rua cheia de negócios de roupas. Começa na Piazza Venezia (aquela do Vittoriano) e termina na Piazza del Popolo.

Ps: O “COMPRE PELA INTERNET” é uma dica muito boa! Tu paga taxas, mas te livra de grandes filas e estresse.

DICAS

Pompi – Il Regno del Tiramisù – Seguinte, é uma confeitaria que se auto denomina ‘O Reino do Tiramisù’, um doce italiano de café que é único e gordamente maravilhoso. OBRIGATÓRIO! Porção individual de Tiramisù 3,50 euros (e pode escolher o sabor entre morango, pistache, banana e o tradicional). Dê uma babada aqui: http://www.barpompi.it/

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Tiramisù de morango e Profiteroles de chocolate

Yellow Bar/Hostel – Para o pessoal jovem, não estou fazendo jabá, mas me apeguei muito a este bar. É um hostel que possui um bar/discoteca. Hoje já conheço o staff e tal, então tenho um carinho especial. Mas todos intercambistas frequentam, fica perto da estação ferroviária central. Tu conhece gente de TODO o mundo! Tem uma jarra de chopp italiano de 1,5l Poretti que custa 12 euros. Antes da meia noite no subterrâneo tem jogos como beerpong ou twist, depois da meia noite tem dj e festa pra morrer dançando. No hostel nunca fiquei, mas dizem que é ótimo!!!! Detalhe: o bar funciona 24h. Aqui o fb pra dar uma olhada: https://www.facebook.com/TheYellowRome?fref=ts

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Festa com pessoal de todas as partes

Gelateria La Romana – Dizem as más línguas que é o melhor sorvete de Roma. Gente, o sorvete italiano é um (perdão a palavra) estupro gastronômico. Tu come e chora! É cremoso, com gosto denso e encorpado. http://www.gelateriaromana.com/

Importante: Tente não vir em julho e agosto, o calor é insuportável, não é exagero! São 40 graus! Dificulta passeios e te tira a vontade, assim não consegues aproveitar metade da cidade por causa da indisposição.

Bom, não tem como falar de tudo, Roma oferece muitas coisas, esse texto é uma super síntese de tudo que este lugar pode oferecer. Espero que tenham gostado.

No meu snapchat (tyssividaletti) tento falar um pouco mais sobre meu dia a dia por aqui, os pontos turísticos e curiosidades, no instagram (tyssividaletti) coloco imagens. Sempre com a minha visão particular, claro. Valeu!!!







  08/09
 

O texto de hoje é pra lá de especial e por vários motivos. A Itália é um dos destinos mais unanimes do mundo, seja pela cultura, pela culinária ou pelas belas paisagens. E Roma foi escolhida pela jornalista Tyssi Vidaletti para viver. Gaúcha, a jovem divide agora um pouca das suas experiências em terras italianas. Como dicas não faltam, semana que vem ela volta ao VL e fala sobre turismo, comida e relacionamento com os romanos. Espero que gostem tanto quanto eu!

NEXT STOP ROMA - VLIFESTYLE

“Roma fu fatta um po’ pè vorta”, (Roma foi feita um pouco de cada vez) diz o ditado romano, e essa é a magia da capital italiana. A cidade que, de acordo com estudiosos, foi fundada em 753. a.C, foi a primeira grande metrópole do mundo. Desde então se mantém e se modifica constantemente. Caminhar pelas ruas é esbarrar em pedras, ruínas, pinturas e esculturas de todas as datas que se possa cogitar. É admirar arquiteturas e ficar sem ar ao pensar no tempo que estão ali. É a mescla do Império Romano, com o medieval, a chegada do Renascimento (que desceu de Florença), mais tarde a Revolução Industrial e a Segunda Guerra, com traços fortes do Mussolini e do regime fascista. E escrever isso parece tão redundante após dizer: ROMA.

Não é a primeira vez que venho à Itália, mas é a primeira vez que moro em Roma. E pensei escrever sobre a Itália num todo, mas para quem escreve sem pensar muito, fica impossível, são tópicos infinitos. Estou em Roma há 10 meses. A escolha foi bem simples, já tinha conhecido superficialmente, é a capital, é apaixonante, é milenar, é grande, é histórica, é cultural, é caótica, é antiga… Voltando, vim para estudar e por outros mil motivos subjetivos. A escolha pela Itália estava sacramentada, já sabia a língua e, por lógica, morar na capital quase sempre parece uma ótima ideia.

A CHEGADA

Falei com uma amiga que morou comigo em Torino, ela me passou o contato de um romano, amigo dela, ele me passou um grupo no facebook. Nesse grupo achei um quarto para alugar por um mês, em um apartamento dividido com duas meninas italianas. Foi fácil. Do aeroporto tem vários ônibus que deixam no Termini (estação ferroviária central de Roma). Tem dois aeroportos: Fiumicino: 35km do centro – o maior e intercontinental, digamos… e o Ciampino responsável por voos lowcost dentro da Europa, 17km do centro.

Vim com a minha gata, a Nina, isso fez com que a minha busca por apartamento dificultasse um pouco, mas ainda bem que achei uma menina bem doce em relação aos animais e não houve problema. Este primeiro mês de apartamento era para que eu resolvesse burocracias da faculdade e procurasse um kitinete (monolocale, em Italiano) para morar com o namorado que chegaria um mês depois. E todas as metas foram cumpridas dentro deste mês.

‘ROMAs’

Acredito que todas as cidades “famosas” do mundo se ‘separem’ em duas: a turística e a habitada, com Roma não é diferente. A Roma turística é aquela que não preciso repetir, e logo colocarei algumas dicas. A habitada é um pouco diferente: achamos que o Brasil é burocrático? O Brasil foi um aluno muito mal aplicado na matéria burocracia. A Itália é PhD master blaster da burocracia, eu diria que é tanta que, as vezes, para não ter um treco eu dou risada. Um exemplo simples: aqui tudo é baseado na tua residência, ok, no Brasil também temos que comprovar, mas aqui, fica registrado na tua carteira de identidade e tu não pode fazer nada a não ser na tua cidade de residência – e isso eu digo: não pode abrir conta no banco, não pode receber serviço médico, não pode assinar nenhum documento a não ser na tua cidade residencial. E para pedir a residência? Ixi gente… seria um texto só disso.

Estudantes com visto (não só estudantes, mas qualquer estrangeiro que fique mais que o tempo estipulado por ‘contratos diplomáticos’), no caso este, brasileiros que permanecerem mais de três meses no território, tem que pagar o permesso di soggiorno. É juntar uma papelada, marcar uma entrevista no escritório de imigração e pagar uma grana (entre 150 e 300 euros) para ter a ‘permissão’ de ficar no território. Essa prática/valor tem sido reprovada pelos outros países da UE, mas continuará assim, pelo que conheço de Itália.

Com a burocracia geral da Itália, morar aqui significa mais ou menos: “uma respirada uma taxa”. Se vale a pena? Sim, vale! Mas tente procurar trabalho, só assim! O bom da cidade ser turística é que tem pub’s, bares, museus e tantas outras possibilidades pra tentar uma graninha, além do italiano é bom falar inglês – mas acho que isso geral já sabe.”


Ficou com gostinho de quero mais, né?! Então confira na próxima terça-feira o “Next Stop: Roma II”, repleto de dicas imperdíveis!







  02/09
 

Ano passado tivemos um post contando um pouco a história do jeans e sugestões de looks inteiros com o material (clique aqui para ler). Temos que concordar: nenhuma outra peça de roupa é tão unanime quanto a calça jeans. Sobre com diferentes cortes, lavagens e estilos, elas confundem nossas cabeças e às vezes nos perdemos no que realmente é bom pra gente. Por isso o post de hoje! Conheça agora qual tipo de calça jeans combina com seu corpo.

TIPO DE CALÇA JEANS - VLIFESTYLE

Separei os modelos por grupos. Cada categoria traz tipos de calças com semelhanças entre si, que servem de referencia na hora de montar o look.

Skinny, cigarrete e slim fit: São os modelos favoritos das brasileiras. As três são bem parecidas e eu diria que alguém não muito interessado por moda não nota diferença. Porém, já coloquei os nomes justamente conforme a ordem desse ponto que diferencia cada uma: largura na panturrilha. Enquanto a skinny é necessariamente bem justa no fim da perna, a slim fit  pode ser um pouco mais frouxa nessa região. Todas são mais comuns em cintura baixa. Por marcarem a silhueta, não são modelos aconselhados para quem possui o bumbum muito largo ou está descontente com o peso. As opções em cintura baixa são mais indicadas para mulheres mais altas, visto que elas podem achatar a altura de quem veste.

Pantalona, flare e bootcut: Moda vai e vem e elas estão fazendo mais sucesso do que nunca. Mais uma vez, coloquei os nomes por onde de largura do corte da perna. A pantalona vem com corte amplo desde a cintura, enquanto a flare começa um pouco mais justa e abre em forma de A em direção ao pé. Já a calça bootcut segue a lógica da flare, porém mais discreta. Ele começa um pouco mais ajustada ao corpo, e abre a partir do joelho a com intenção de facilitar o uso de botas por baixo da calça – por isso o nome. Os três tipos podem ter efeitos bem distintos no visual, só depende se a cintura é alta ou baixa. No primeiro caso, esses modelos alongam – e muito – a silhueta (falei sobre isso neste post aqui). Já as peças com cintura baixa, achatam consideravelmente o corpo, deixando a pessoa mais baixinha e gordinha.

Boyfriend e saruel: A primeira palavra que me vem na cabeça quando penso nesse grupo é conforto. A calça boyfriend (que ganhou um post aqui) é inspirada no armário dos homens, como indica o nome. Ela possui pernas amplas desde a cintura, que é alta e larga. É necessário geralmente o uso de um cinto para manter a peça no lugar. O gancho dela é mais baixo, o que seria o intermediário entre os modelos já citados e a calça saruel. Esse último pode ser encontrado com pernas ainda mais amplas que a boyfriend e gancho bem mais baixo – se aproximando dos joelhos. E justamente por esse motivo as baixinhas devem ter cuidado na hora vestir, pois ele achata. A solução é usar calçados com o topo aberto e cores que se aproximam com o tom da pele, pois eles trazem a sensação de continuidade da perna.

Também temos o tradicional modelo de calça reta. Eu não achei que ele se enquadrasse em nenhum dos grupos, por isso deixei por fim. Como o nome sugere, é aquele tipo de calça jeans cujo corte da perna é reto, sem afunilar ou abrir na panturrilha. A cintura é alta ou média, o que não achata a silhueta e se torna uma excelente opção para quem não é muito alta. Na minha opinião, é o tipo de calça mais eclético, pois pode vestir bem todos os tipos de corpos. Sobre ficar justa ou solta nas coxas, isso varia conforme a modelagem das marcas.