Europa

  12/03
 

Preciso começar este post dizendo que eu espero ansiosa para escrever no VLIFESTYLE. Eu não gosto de deixar post programado porque sempre surge algo novo que podemos conversar aqui e, vamos combinar, nós gostamos é de NEWS! Não é?

ALEXANDER MCQUEEN - LONDON CHATROOM - VLIFESTYLE

Três anos atrás tive a oportunidade de conhecer a exposição de um dos designers que eu mais amo e admiro, Alexander McQueen. Na época estive em Nova York e a exposição estava acontecendo no Metropolitan Museum e, essa semana, a Savage Beauty abre suas portas aqui em Londres no Victoria and Albert Museum.

Mas, vamos em partes. Para quem não conhece o McQueen, ele é um estilista britânico que  começou a trabalhar com apenas 16 anos na famosa casa de alfaiataria Anderson and Shephard na Saville Row, aqui em Londres, e mais tarde nos alfaiates de roupas teatrais Angels and Bermans. Ele foi assistente de Romeo Gigli em Milão e logo em seguida voltou a Londres para terminar o curso de Design de Moda na famosa Central St. Martins School. Foi nomeado diretor criativo da famosa casa Givenchy em 1996 e trabalhou na sua própria etiqueta desde 2001.

McQueen era o único que conseguia aliar a rigidez da alfaiataria inglesa, o luxo da haute couture e os acabamentos impecáveis da moda italiana. Infelizmente em 2010, devido a uma depressão ele se suicidou, porém seu legado continua vivo.

ALEXANDER MCQUEEN FASHION SHOW AT LONDON FASHION WEEK SPRING SUMMER 2001 - LONDON CHATROOM VLIFESTYLE

Essa exposição mostra mais de 200 trabalhos extraordinários do estilista em vida e são todos originais (literalmente surtei quando vi tudo de perto). Podemos ver o acabamento das roupas e principalmente a criatividade que ele tinha. Pra mim, hoje, não existe ninguém que chegue aos pés dele. O que ele fazia era arte.

VESTIDO Alexander McQueen LONDON CHATROOM

Esse vestido, criado em 1999, foi pintado durante o desfile dele, eu quase choro quando vejo isso, é ou não é uma obra de arte?

Para os leitores do VLIFESTYLE,  deixo as fotos exclusivas da exposição e espero ter despertado em vocês curiosidade para pesquisarem mais sobre a vida dos designers e não só das roupas. Afinal, por trás delas sempre há um grande gênio.

PHOTOS EXCLUSIVAS - Alexander McQueen - LONDON CHATROOM

xx

Dani







  06/01
 

Bom dia! O primeiro Next Stop de 2015 foi para Grécia. O publicitário Clodomiro Vieira Neto visitou o país chamado oficialmente de República Helênica, que está localizado estrategicamente entre a Europa, Ásia, Oriente Médio e África. A viagem foi quando ele fazia intercâmbio na Irlanda e simplesmente amou!

Grécia 1

Cidade e país: Grécia – cidades de Athenas e Santorini (durante intercâmbio na Irlanda).

Quanto tempo ficou: 07 meses, intercâmbio de 06 meses e 01 mês viajando pela Europa.

Qual época do ano foi: As minhas “férias/Trip” do curso de inglês foi no verão europeu, quando voltei ao Brasil era o outono lá.

Que idade tinha: 25 anos

Qual objetivo da viagem e por que escolheu esse destino: Como já estava na Europa, escolhi os destinos pelo clima local e pela acessibilidade para viajar pelos lugares que queria conhecer.

Quais são os documentos necessários: Eu tirei visto para 01 ano, que eles chamam de “Visto de Estudante com Permissão para Trabalhar”, no qual são 06 meses de curso, mais 06 meses de “férias”, em que o estudante tem o direito de permanecer no país e se quiser pode trabalhar legalmente.
A documentação necessária foi: carta de matrícula de curso com duração igual ou superior a 25 semanas de aulas, com carga horária de no mínimo 15 horas semanais, carta de acomodação ou reserva de hotel, passagem com a data de volta ao Brasil, seguro Irlandês (escolar/governamental) e um depósito com a condição financeira (€3.000,00 – três mil euros) em um banco irlandês, e afora isto a taxa que se paga pela emissão/permissão do visto, no valor de €300,00 (Trezentos euros).

Viajou sozinho ou em grupo: Para fazer o intercâmbio sozinho, mas para a Trip europeia com minha amiga Camy Schultz, que estava fazendo mochilão na época.

Que tipo de hospedagem utilizou e como foi: Para a trip utilizei hostel e hotel, que foram bons porque já havíamos pesquisado antes.

Como organizou a viagem: Decidi e planejei tudo com a minha amiga, quando já estavamos na Europa.

O que mais gostou: Athenas é cultura pura, por todos os lados tem um pedaço da história daquele povo, não tem como não se apaixonar pela Acrópole, A Biblioteca de Adriano, o Monte Lykabettus que é o ponto mais alto de Atenas (muitos acham que é Acrópole), O Novo Museu da Acrópole, O Partenon (templo da deusa Atena), O Teatro de Dionísio, o Odeão de Herodes Ático, o Templo de Zeus Olímpico, entre outros.
Em Santorini, ilha grega que é impossível não se apaixonar, é dividida por regiões/povoados em que Firá (ou Thira) capital da ilha é o centro de tudo. Óia, famosa por seu romântico pôr-do-sol que tem como moldura as casinhas brancas de telhados azuis. Em Kamari, Perissa e Perívolos é uma região de praia, mas sem aquelas famosas vistas panorâmicas são praias com areia escura em tom de um cinza asfalto. De barco fiz um passeio incrível que passa pela Red Beach, a praia que fica aos pés de uma enconta toda avermelhada, tipo argila, digamos, e o Passeio pelo vulcão, no qual é possível fazer tipo uma trilha. Sem dúvida, Athenas e Santorini são especiais por sua beleza, cultura, ambas com boa infraestrutura em termos de bares e restaurantes, tudo muito bem organizado. E para completar como estudante europeu, eu não tive custo nenhum em qualquer ponto turístico na Grécia, bastava apenas apresentar minha carteirinha de estudante europeia.

O que menos gostou: A vida noturna começa muito cedo na europa, justamente porque os pubs são obrigados a fechar às 3h da manhã. Totalmente diferente da nossa realidade, as 20h todos estão na maior festa, até me adaptar foi um pouco complicado.

Como foi o contato com a cultura local? Em todos os lugares, fui muito bem recebido, todos muitos receptivos e dispostos a ajudar, ainda mais porque não dominava a língua. Sem falar, que na época da Trip era Copa no Brasil, então todos tinham curiosidade sobre o país e também estavam muito solidários conosco.

Um lugar que todo turista tem que visitar: Toda a Grécia! Por tudo que representa, pela sua cultura, história e paisagens naturais. O povo é muito divertido, receptivo. É impossível não se contaminar e sentir a energia daquele país. AMAZING!!

Voltaria? Sim!! A Grécia é sem dúvida o lugar mais bonito, encantador, que tem muito sempre para ser explorado e com uma energia indescritível. Os pontos turísticos são pura cultura, história e de uma beleza extraordinária. Sensacional!

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  18/11
 

Para quem não lembra, em setembro eu entrevistei a estudante Laura Guerra sobre o intercâmbio que ela fez na Irlanda. A jovem aproveitou a oportunidade e viajou por vários países da Europa. Por esse motivo, na época eu prometi fazer outro post, agora falando sobre essas viagens.

Europa - Amsterdam (canais)

Amsterdam

Tirando os lugares irlandeses, foram 22 cidades visitadas: Paris, Porto, Barcelona, Valência, Palma de Mallorca, Milão, Verona, Veneza, Pisa, Florença, Roma, Edimburgo, Bruxelas, Cracóvia, Praga, Kutná Hora, Munique, Berlim, Hamburgo, Amsterdam, Londres e Liverpool.

Como foi falado no post anterior, Laura viajou com uma amiga do Brasil e diz que “foi ótimo ter uma companhia para dividir os momentos, principalmente, sendo uma amiga de confiança. Com certeza, ela tornou o processo mais divertido”.

Laura e Luli tatuaram um símbolo irlandês durante a viagem.

Laura e Luli tatuaram um símbolo irlandês durante a viagem

Sobre o planejamento das viagens, Laura conta que foi mais fácil do que pensava: “Me guiei pelos preços das passagens aéreas de uma companhia low cost da Europa, a Rayanair. Viajamos durante um mês sem parar. Agendamos as hospedagens (sempre em hostels), passagens aéreas e de trem. Outra opção diferente que encontramos para se hospedar em alguns lugares foi a plataforma Couchsurfing. É uma rede social que conecta viajantes que procuram uma casa ou apartamento para ficar sem que haja nenhum custo. Usamos o couchsurfing em Hamburgo e em Bruxelas. A experiência em Hamburgo foi sensacional. Nos hospedamos na casa de uma menina alemã que nos mostrou a cidade e os lugares que ela gostava de frequentar. Ou seja, tivemos uma visão menos turística e mais real do lugar. Em Bruxelas não tivemos uma experiência tão boa assim. A pessoa que nos recebeu não foi muita educada. Por esse motivo, é essencial olhar o perfil e os comentários antes de combinar a estadia”.

De todos os locais que conheceu, a estudante destacou três que todo turista deve conhecer:

Englischer Garten (Jardim Inglês) em Munique: É um parque que reúne surf e cerveja. Vários surfistas pegam onda no rio Eisbach que cruza o Englischer Garten, eu nunca tinha visto nada igual. É realmente muito legal. Depois de conferir esse surf inusitado, é possível passear pelo parque e ir nos Beer Gardens para beber cerveja alemã e ouvir as bandinhas tradicionais.

– Auschwitz I and II: Não é propriamente um passeio agradável, mas é fundamental. O que restou do maior campo de concentração nazista virou um museu cheio de informações e sentimentos. Estávamos em Cracóvia e o próprio hostel indicou uma visita guiada até lá. Durante o caminho, eles colocaram um documentário em inglês contando brevemente sobre o holocausto. Ao chegar, os visitantes ganham um gravador com fones de ouvidos para acompanhar a história. A nossa guia era parente de judeus que foram mortos em Auschwitz durante a ocupação alemã e ficou bastante emocionada no final.

– Piazzale Michelangelo em Florença: Fomos em busca da melhor vista de Florença, na Itália. Decidimos ir a pé e, sinceramente, requer um certo preparo físico. É uma longa subida até a praça que funciona como uma sacada privilegiada, onde se vê Florença do alto. E é bonito demais. É aquele típico passeio sem custo algum, mas que é um dos melhores. Ir no final da tarde foi a melhor escolha, conseguimos ver o pôr do sol e as luzes da cidade.

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  11/11
 

Bom dia! Hoje ela já está formada, mas a então estudante de Jornalismo Suzy Scarton estudou alguns meses na Espanha e contou pra gente um pouco dessa história. Espero que gostem!

Espanha - Parque del Retiro

País: Espanha

Cidade que morou: Madrid

Quanto tempo ficou: Seis meses

Documentação exigida: Que eu me lembre, os principais eram visto de estudante, concedido pela embaixada da Espanha, passaporte e seguro saúde.

Qual idade tinha: 22 anos

Qual objetivo da viagem: Fui prioritariamente para estudar, mas claro que também escolhi um país da Europa para poder viajar.

Como foi o curso: Cursei Jornalismo na Universidad San Pablo CEU. Era uma faculdade realmente muito boa, que oferecia graduação de todos os cursos da Comunicação juntos. A maioria dos meus colegas cursava Jornalismo e Publicidade, por exemplo, ao mesmo tempo. Alguns faziam Jornalismo e Direito. Era uma combinação interessante. Fiz quatro cadeiras, o mínimo exigido pela minha universidade aqui em Porto Alegre, a PUCRS. A universidade não era muito grande e tinha ares de colégio, mas era muito bonita e moderna.

Qual época do ano foi: Fui no final do verão de lá, em agosto de 2012, e voltei em fevereiro de 2013.

Cidades que visitou: Na Espanha, fui a Toledo e Barcelona, além de ter explorado Madrid. Também estive em Londres, Paris, Amsterdam, Berlim, Roma e Lisboa.

Viajou em grupo ou sozinha: Viajei sempre com amigos. Para Londres fui duas vezes e fui sozinha.

Que tipo de hospedagem utilizou: Ficávamos sempre em hostel. Em Paris, ficamos em um hotel bem baratinho, que era mais vantajoso que hostel. Em Amsterdam, tivemos azar e escolhemos um hostel terrível. Achamos mais seguro trocar e conseguimos vaga em um hotel.

Como organizou a viagem: Geralmente, fazíamos um roteiro de lugares que gostaríamos de conhecer e nos baseávamos a partir dele, organizando o que era mais perto para que não perdêssemos tempo.

Como era a alimentação: Minha alimentação em Madrid não foi das melhores. Comprar carne, por exemplo, era muito caro. Mas nos virávamos bem e tentávamos comer em casa sempre que possível para economizar. Comida é caro na Europa.

Como foi o relacionamento com as pessoas locais: Os espanhóis não são muito receptivos. São educados e prestativos, mas não fazem amizade tão facilmente. Fiz alguns amigos na faculdade, mas o grupo maior era de brasileiros.

O que mais gostou: É difícil definir um único aspecto. Logo que cheguei ao aeroporto, já pude perceber diferenças culturais. Aqui no Brasil, todos (ou pelo menos a maioria) são solícitos, ninguém nega uma informação a alguém perdido. Os espanhóis, entretanto, não são assim. São, até mesmo, grosseiros. Mesmo que a diferença percebida, esse contato com outras culturas é o principal legado de um intercâmbio. Em minhas visitas a outros países, também pude desmitificar alguns conceitos que sempre trouxe comigo, como a antipatia dos franceses e meu preconceito com a língua italiana. Vários franceses foram mais simpáticos comigo do que os espanhóis com quem convivi. O italiano falado em Roma é belíssimo. Acho que o que mais curtimos nesse tipo de experiência é a capacidade para abrir a cabeça. Sempre fui contra a legalização da maconha. Ao passar uns dias em Amsterdam, comecei a ver a questão com outros olhos. Quem sente um intercâmbio, seja ele de dois meses, seis meses, um ano, volta diferente. Volta melhor, volta mais conhecedor de si mesmo. É algo que ninguém apaga ou tira da gente: nosso próprio crescimento.

O que menos gostou: Não sei se existe algum ponto negativo, sinceramente. Tudo que aconteceu serviu para me fazer crescer. Quebrei meu netbook, provavelmente foi a pior parte da viagem, pois ainda tinha provas e trabalhos para entregar e precisei comprar um computador lá.

O que decepcionou: Gostaria que tivesse nevado em Madrid. Sendo um país da Península Ibérica, o inverno é mais ameno que em outros lugares, como Berlim ou Londres, por exemplo.

O que surpreendeu: Aqui no Brasil, não nos preocupamos com a água. Logo que cheguei, morei com duas espanholas por um período e elas chamaram a minha atenção pelo tempo que eu ficava no banho. Sempre fui cuidadosa com isso, mas nunca desliguei o chuveiro enquanto passava o shampoo no cabelo ou o sabonete no corpo. Elas falaram que eu precisava fazer isso. Foi um choque na hora.

Qual lugar um turista tem que visitar: Em Madrid, é imprescindível acompanhar a vida na Puerta del Sol. A vida daquele lugar é impressionante. Era um dos meus lugares preferidos. O templo de Debod também é um lugar muito bonito, principalmente para os apreciadores do pôr-do-sol.

Quanto gastou: Não consigo estimar um valor. Sempre mantive um caderno com minhas despesas diárias, principalmente durante as viagens, mas boa parte foi suprida pelos meus pais, aqui do Brasil mesmo.

Voltaria? Hoje mesmo.

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  28/10
 

Romântica, chique, charmosa, tudo isso e mais um pouco.. Elogios não faltam quando falamos de Paris. Há anos a capital francesa é o destino mais visitado no mundo. De acordo com o Comitê Regional de Turismo da cidade, 32,3 milhões de pessoas passaram por lá em 2013. Leia a entrevista da estudante Anna Eliza Barata e saiba mais sobre esse lugar que atrai tantos olhares.

Paris

Cidade e país: Paris, França

Quanto tempo ficou: 45 dias

Qual época do ano foi: Janeiro/Fevereiro de 2013

Que idade tinha: 20 anos

Qual objetivo da viagem: Estudar francês e ter uma experiência de intercâmbio.

Por que escolheu esse destino: Além de ter a oportunidade de vivenciar o idioma francês no dia a dia, passar uma temporada na cidade mais mágica do mundo.

Quais são os documentos necessários: Apenas passaporte

Quanto gastou em média: Em média de 12 mil a 15 mil reais, sem aquelas comprinhas que a gente sempre acaba fazendo.

Viajou sozinha ou em grupo: Sozinha

Que tipo de hospedagem utilizou e como foi: Aluguei um quarto em uma casa de família. Foi interessante por ter a oportunidade de observar a rotina de uma família francesa sem perder a liberdade de não ter que obedecer as normas que normalmente os intercambistas que ficam em casa de família tem que se submeter. Foi ainda melhor por ser uma familia que tinha crianças pequenas que gostavam de praticar a língua francesa comigo.

Como foi a alimentação? Dê dicas. Normalmente tomava meu café da manhã nas boulangeries que são muito típicas na cidade. Almoçava em uma vila universitária que era perto do meu curso de francês, e jantava na rua. Comi muito fast food e sanduíches, pois a alimentação em Paris é bem cara. Então economizava alguns dias para fazer refeições mais caras em lugares que, além da comida, eram um programa a parte. Desses últimos, por exemplo, os clássicos Café de Flore e Le Deux Magots que ficam no bairro descolado de Saint Germain- des – Prés; Ralphs é um restaurante super charmoso que fica dentro da loja da Ralph Lauren. Mas o meu preferido é o Georges, que fica no terraço do Museu de Arte Moderna, e tem uma vista maravilhosa para toda Paris, principalmente se der sorte como eu de pegar um dia com um tempo limpo.

Como organizou a viagem: Organizei pela agencia CI e foi tudo muito rápido. Meu pai me deu a ideia de fazer a viagem, pois estava encantada com a língua francesa, e 15 dias depois estava embarcando.

O que mais gostou: Com certeza, o que mais me marcou foi viver um pouco em uma cidade linda, rica culturalmente e poder aproveitar as diversas atrações que a capital francesa tem a oferecer. Museus, galerias, igrejas, ruas que serviram de cenário para momentos históricos para alguém que como eu que é apaixonada pelo mundo, arte, suas diversas culturas e obviamente pela aura indescritível da cidade.

O que menos gostou: Ter que ir embora.

Um lugar que todo turista tem que visitar: São muitos e é muito difícil não ser cliche. Torre Eiffel e caminhar pela Champs Elisses e redondezas sem pressa.

Voltaria? SIM! Paris Toujours <3

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