Next Stop

  20/01
 

Uma das 20 maiores cidades do planeta, a capital da Argentina possui um charme sem igual. Buenos Aires traz uma arquitetura com ar europeu e inúmeras atrações culturais, sendo a cidade com mais teatros no mundo.

A jornalista Giuliana de Toledo estudou um semestre em uma universidade portenha e contou pra gente um pouca dessa experiência.

Buenos Aires - Rosedal

País: Argentina

Cidade que morou: Buenos Aires

Documentação exigida: Para ficar mais de 90 dias, é preciso tirar visto de estudante. Pode ser pedido no consulado, ainda no Brasil, ou já estando na Argentina.

Quanto tempo ficou? Um semestre.

Qual idade tinha? 19/20 anos (completei os 20 lá).

Qual objetivo da viagem? Mobilidade acadêmica.

Como foi o curso? Estudei um semestre de jornalismo na Universidade Católica Argentina (UCA). É umas universidades privadas mais tradicionais de lá, com um perfil bem conservador e muito exigente no ensino.

Por que escolheu esse destino? Já estudava espanhol há alguns anos e sempre fui meio encantada por Buenos Aires.

Trabalhou? Se sim, como foi? Não, só estudei.

Qual época do ano foi? De fevereiro a agosto de 2010.

Cidades que visitou: La Plata e Rosario.

Viajou em grupo? Sim, com amigos que fiz lá.

Que tipo de hospedagem utilizou? Hotel.

Como organizou a viagem? Peguei dicas com amigos e pesquisei na internet, mas foram viagens curtas, fáceis de organizar.

Como era a alimentação? As carnes, como se sabe, são uma delícia. Eu também comia muitas empanadas, pizzas e… comida chinesa. Nas últimas décadas, muitos chineses se mudaram para a Argentina e abriram, principalmente, supermercados e restaurantes. A comida é ótima e muito barata.

Como foi o relacionamento com as pessoas locais? Fiz bons amigos na faculdade e na república onde morava, mas, em comparação à recepção super calorosa que os brasileiros dão aos intercambistas que vêm para cá, os argentinos são bem menos interessados em ajudar o estrangeiro.

O que mais gostou? De conviver com pessoas de muitas partes do mundo, na faculdade e na casa onde morava. Traz muito amadurecimento e aprendizado essa troca.

O que menos gostou? A relação aluno-professor. São culturas muito diferentes. No Brasil, em sala de aula, geralmente, todos se tratam pelo primeiro nome. Lá, em geral, pelo sobrenome. Existe uma formalidade muito grande, que não me agrada.

O que decepcionou? A velocidade com que o tempo passou. Um semestre não é pouco, mas, logo que se chega, parece que tudo vai ser mais duradouro. No fim, acaba depressa, sem a gente sentir.

O que surpreendeu? Ter que usar roupas formais nos dias de prova na faculdade. É uma tradição por lá. Os meninos vão de camisa social, terno. As meninas podem ir de tailleur ou coisa do tipo. Ah, e muitas provas são orais.

Qual lugar um turista não pode deixar de visitar? São muitos, mas escolho a feira de San Telmo, aos domingos. É a feira mais bonita do bairro onde eu morava. Tenho saudade.

Quanto gastou em média? A inflação argentina é galopante. Na época, vivia muito bem com uns mil reais por mês. Hoje já acho difícil.

Voltaria? Com certeza. Adoraria estudar lá outra vez.







  06/01
 

Bom dia! O primeiro Next Stop de 2015 foi para Grécia. O publicitário Clodomiro Vieira Neto visitou o país chamado oficialmente de República Helênica, que está localizado estrategicamente entre a Europa, Ásia, Oriente Médio e África. A viagem foi quando ele fazia intercâmbio na Irlanda e simplesmente amou!

Grécia 1

Cidade e país: Grécia – cidades de Athenas e Santorini (durante intercâmbio na Irlanda).

Quanto tempo ficou: 07 meses, intercâmbio de 06 meses e 01 mês viajando pela Europa.

Qual época do ano foi: As minhas “férias/Trip” do curso de inglês foi no verão europeu, quando voltei ao Brasil era o outono lá.

Que idade tinha: 25 anos

Qual objetivo da viagem e por que escolheu esse destino: Como já estava na Europa, escolhi os destinos pelo clima local e pela acessibilidade para viajar pelos lugares que queria conhecer.

Quais são os documentos necessários: Eu tirei visto para 01 ano, que eles chamam de “Visto de Estudante com Permissão para Trabalhar”, no qual são 06 meses de curso, mais 06 meses de “férias”, em que o estudante tem o direito de permanecer no país e se quiser pode trabalhar legalmente.
A documentação necessária foi: carta de matrícula de curso com duração igual ou superior a 25 semanas de aulas, com carga horária de no mínimo 15 horas semanais, carta de acomodação ou reserva de hotel, passagem com a data de volta ao Brasil, seguro Irlandês (escolar/governamental) e um depósito com a condição financeira (€3.000,00 – três mil euros) em um banco irlandês, e afora isto a taxa que se paga pela emissão/permissão do visto, no valor de €300,00 (Trezentos euros).

Viajou sozinho ou em grupo: Para fazer o intercâmbio sozinho, mas para a Trip europeia com minha amiga Camy Schultz, que estava fazendo mochilão na época.

Que tipo de hospedagem utilizou e como foi: Para a trip utilizei hostel e hotel, que foram bons porque já havíamos pesquisado antes.

Como organizou a viagem: Decidi e planejei tudo com a minha amiga, quando já estavamos na Europa.

O que mais gostou: Athenas é cultura pura, por todos os lados tem um pedaço da história daquele povo, não tem como não se apaixonar pela Acrópole, A Biblioteca de Adriano, o Monte Lykabettus que é o ponto mais alto de Atenas (muitos acham que é Acrópole), O Novo Museu da Acrópole, O Partenon (templo da deusa Atena), O Teatro de Dionísio, o Odeão de Herodes Ático, o Templo de Zeus Olímpico, entre outros.
Em Santorini, ilha grega que é impossível não se apaixonar, é dividida por regiões/povoados em que Firá (ou Thira) capital da ilha é o centro de tudo. Óia, famosa por seu romântico pôr-do-sol que tem como moldura as casinhas brancas de telhados azuis. Em Kamari, Perissa e Perívolos é uma região de praia, mas sem aquelas famosas vistas panorâmicas são praias com areia escura em tom de um cinza asfalto. De barco fiz um passeio incrível que passa pela Red Beach, a praia que fica aos pés de uma enconta toda avermelhada, tipo argila, digamos, e o Passeio pelo vulcão, no qual é possível fazer tipo uma trilha. Sem dúvida, Athenas e Santorini são especiais por sua beleza, cultura, ambas com boa infraestrutura em termos de bares e restaurantes, tudo muito bem organizado. E para completar como estudante europeu, eu não tive custo nenhum em qualquer ponto turístico na Grécia, bastava apenas apresentar minha carteirinha de estudante europeia.

O que menos gostou: A vida noturna começa muito cedo na europa, justamente porque os pubs são obrigados a fechar às 3h da manhã. Totalmente diferente da nossa realidade, as 20h todos estão na maior festa, até me adaptar foi um pouco complicado.

Como foi o contato com a cultura local? Em todos os lugares, fui muito bem recebido, todos muitos receptivos e dispostos a ajudar, ainda mais porque não dominava a língua. Sem falar, que na época da Trip era Copa no Brasil, então todos tinham curiosidade sobre o país e também estavam muito solidários conosco.

Um lugar que todo turista tem que visitar: Toda a Grécia! Por tudo que representa, pela sua cultura, história e paisagens naturais. O povo é muito divertido, receptivo. É impossível não se contaminar e sentir a energia daquele país. AMAZING!!

Voltaria? Sim!! A Grécia é sem dúvida o lugar mais bonito, encantador, que tem muito sempre para ser explorado e com uma energia indescritível. Os pontos turísticos são pura cultura, história e de uma beleza extraordinária. Sensacional!

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  23/12
 

Bom dia! As férias já chegaram e a temporada de intercâmbio está aí. Como ocorre uma semana sim e outra não, viagem de estudos é o assunto do Next Stop. A estudante de Jornalismo Luiza Menezes estudou quase seis meses em Vancouver, no Canadá, um dos destinos mais procurados pelos brasileiros para pretendem aprimorar o inglês. Confira as dicas da moça!

Whistler - Canadá (Vancouver))

País: Canadá

Cidade que morou: Vancouver

Documentação exigida: Em Porto Alegre não tem consulado canadense e tive que contar com os serviços da Top Vistos para dar conta de toda a papelada. Foi preciso preencher uns três formulários, ter a carta da escola comprovando a minha matrícula e como não iria trabalhar lá, precisava mostrar como e quem iria me auxiliar. Então foi preciso que meu pai mostrasse cópias dos contra-cheques dos três últimos meses antes do pedido do visto. Foi bem tranquilo até, chegou um mês antes da viagem. Sei de duas pessoas que tiveram problemas e tiveram que atrasar alguns dias a viagem.

Quanto tempo ficou: Cinco meses e meio.

Qual idade tinha: 22 anos.

Qual objetivo da viagem? Aprimorar o inglês, conhecer outra cultura e viajar.

Como foi o curso? Estudei inglês todo o período que estive em Vancouver. Optei pela escola ILAC (International Language Academy of Canada), uma das melhores escolas, tem várias sedes no Canadá, ouvi boas referências e quando estava planejando a viagem a escola era a mais completa.

Por que escolheu esse destino? Algo que levei em conta na escolha do local foi a questão da educação e “aceitar outras culturas”. Os canadenses aceitam muito bem outras culturas e respeitam elas, não é atoa que muitos asiáticos e árabes decidem morar no Canadá. A questão preconceito quase não existe.

Trabalhou? Se sim, como foi? Decidi que não queria trabalhar, resolvi dar um tempo. Tranquei a faculdade (tinha algumas dúvidas quanto ao curso) e fui viajar para me dedicar a outra língua e aproveitar.

Qual época do ano foi? Viajei em julho, verão ainda para eles, e voltei em dezembro, início do inverno.

Cidades que visitou? Além de Vancouver, visitei Whistler e outras cidades do interior quando fiz o passeio a “Rocky Mountain” (Banff, Jasper…) Vancouver é uma cidade muito turística, tem muitos parques, museus e praias, também. Além disso, é uma cidade boêmia têm muitas opções de bares e noite. Era muito difícil ficar sem fazer nada.

Viajou em grupo? Não. Fui sozinha e fiz amizades pelo caminho hehehe

Que tipo de hospedagem utilizou? Morei todo o tempo em homestay. Minha família canadense é maravilhosa, tive muita sorte!

Como organizou a viagem? A primeira escolha que tive que fazer foi em relação a agência de viagem e optei pela CI (Central de Intercâmbio), que me auxiliou e tirou todas as minhas dúvidas. Depois disso, escolhi a escola e busquei informações sobre o que fazer na cidade e entrei em contato, ainda no Brasil, com a casa onde iria morar. Mas na verdade nem tinha organizado muito com o que ia visitar lá ou fazer, pois tinha bastante compromissos  no Brasil antes da viagem. Então, foi tudo bem corrido no final.

Como era a alimentação? No pacote da minha viagem incluía café da manhã, almoço e janta (tudo preparado pela família). O café da manhã era sempre cereal e leite, mas na minha casa você tinha liberdade para preparar o que quisesse. O almoço era bem diferente, lá eles não tem a mesma refeição que nós aqui no Brasil, é sempre algo mais leve, menores porções, e eu sempre tinha como almoço sanduíche. A janta, para eles, é a refeição mais importante. Era comida “de verdade”: massa, arroz (fiquei numa casa de descendentes de italianos), carne e salada. Quando não jantava ou quando não precisava levar almoço (dependendo da atividade da escola) eles sempre pediam para avisar para não ter que preparar algo e tal.

Como foi o relacionamento com as pessoas locais? Eles são muito educados. Tem uma brincadeira que eles mesmo falam: quando um canadense vai para os Estados Unidos você o reconhece logo (e não é nem pelo sotaque) porque eles dizem desculpa e com licença. E eles são solícitos também. Me “perdi” duas vezes na primeira semana que estava lá e quando pedi informação na rua me deram e me auxiliaram. Mesmo assim, eles estranham um pouco o jeito brasileiro de ser, de sermos muito próximos. Tem a questão do abraço, do beijo no rosto, de tocar nas pessoas, isso não é muito comum deles e de outras culturas.

O que mais gostou? Muito difícil essa pergunta! Mas gostei muito de ter feito Hike (no verão, porque no inverno é tudo coberto de de neve). Foi uma baita caminhada, cansamos um monte, levamos uma hora e meia ou mais para chegarmos até o topo, mas foi muito legal. Uma das melhores atividade que fiz na cidade.

O que menos gostou? Vancouver é um deserto chuvoso, a qualquer momento pode chover. Isso não impede de fazer suas atividade, pois não é aquela chuva torrencial daqui do Brasil. Mas, faz com que você tenha sempre por perto uma jaqueta de chuva ou guarda-chuva.

O que decepcionou? O que me deixou triste foi o fato da minha homestay ter sido assaltada e tive o meu netbook roubado. Aí a gente percebe que o Canadá (e outros países desse nível) também tem problemas. Mas quem ficou muito mais chateada foi minha hostmother.. ela não sabia o que me dizer, ficou muito mal, pedia desculpas e dizia que isso nunca tinha acontecido antes.

O que surpreendeu? O trânsito de Vancouver era um pouco confuso para mim. Fiquei assustada no início porque carros e ônibus paravam no meio do cruzamento para poder dobrar e tal. Mas eles se entendiam e só vi dois acidentes de carro lá.

Qual lugar um turista TEM que visitar? Granville Island Public Market (o mercado público deles é demais e tem vários restaurantes bons); Stanley Park (ele é localizado em Downtown e você pode contornar todo o parque andando de bicicleta, roller ou caminhando; e o Canada Place (um mega centro de eventos deles que, também, é próximo ao porto onde os cruzeiros param e tem uma vista é linda).

Quanto gastou? Tirando os gastos que tive lá, o investimento foi aproximadamente 24 mil reais.

Voltaria? Não vejo a hora de voltar! Sinto muita falta de lá!

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  16/12
 

Oito quilômetros de praias com areia branca e mar de um azul para ninguém botar defeito. Assim podemos descrever a capital turística da República Dominicana, Punta Cana. O cartão postal faz parte do famoso arquipélago das Grandes Antilhas na região do Caribe e conta com mais de 30 resorts no sistema all-inclusive. Gostou? Então lê a entrevista com a estudante de Relações Públicas Lize Ramão que adorou a experiência nesse local paradisíaco.

Punta Cana

Cidade e país: Punta Cana, Republica Dominicana

Quanto tempo ficou? 8 dias

Qual época do ano foi? Na última semana de novembro. A alta temporada é de dezembro a abril, mas o ano todo é calor.

Que idade tinha? 22 anos

Por que escolheu esse destino? Escolhemos esse destino por ter o mar azul turquesa!

Quais são os documentos necessários? Passaporte. Na chegada, no aeroporto de Punta Cana, pagamos uma taxa de turismo de 10 dólares.

Viajou sozinha ou em grupo? Viajamos entre 4 casais e foi super divertido! O bom de viajar em grupo é que tudo vira uma grande festa. Mas claro, todos têm que estar na mesma sintonia… sem cobranças e hora certa para tudo, pois rotina é o que menos queríamos lá. O nosso grupo é maravilhoso e com certeza mais viagens virão!

Que tipo de hospedagem utilizou e como foi? As hospedagem são resorts e ficamos no Grand Palladium Bavaro SPA e Resort. É um complexo gigantesco, que tem mais dois resorts juntos, no qual todos os hóspedes podem frenquentar restaurantes e piscinas (com algumas exceções). Se hospedar em um resort é demais, não nos preocupamos com nada. Tinhamos tudo ao nosso dispor: comida, bebida, boate, quadra de futebol e tênis, brincadeiras na piscina, jogo de vôlei na praia, zumba no meio da tarde, música ao vivo (todas as noites), SPA, lojas de artesanato, banheira de hidromassagem no quarto e até pantufa.

Como foi a alimentação? Dê dicas. A alimentação foi um show a parte. Se você gosta de provar sabores diferentes, está no lugar certo! Pela manhã, tem dois restaurantes que servem um café da manhã mega variado, agrada a todos os tipos de paladares, desde os mais “esfomeados”, tradicionais e a turma da geração saúde. O almoço era buffet (dois restaurantes que tem esse serviço), com muitas comidas variadas, carnes vermelhas e brancas, frutos do mar, pizza, saladas de todos os gostos e de sobremesa tinha sorvete na casquinha! Mas o melhor era o jantar! Cada noite fomos num restaurante temático: mexicano, espanhol, mediterrâneo, japonês, italiano, casa das carnes e o brasileiro. A maioria dos restaurantes têm decoração que lembre o seu local de origem: no italiano tinha música e a decoração mais romântica; no mexicano além das pimentas, tinha o famoso chapéu e cactos; no japonês o cozinheiro fazia a comida na nossa frente; e o restaurante asiático tinha toda aquela mística do mundo oriental (música, incensos, mesas baixas, bambus, etc)

O melhor restaurante foi o mediterrâneo! O melhor bacalhau com fios de azeite de olivia, uma delícia!

O brasileiro deixou a desejar. O churrasco, além do sal, vinha com temperos locais e isso deixou a carne com um gosto muito estranho.

Como foi o contato com a cultura local? Dentro de complexo existem 2.500 funcionários dominicanos e fora os vendedores ambulantes que ficam na praia. Conseguimos conversar bastante com eles, perguntar a opinião sobre o Brasil e apesar da República Dominica ser um país com bastante problemas, o seu povo não perde a alegria e o sorriso no rosto, como nós brasileiros.

Um lugar que todo turista tem que visitar: Ilha Saona e as piscinas naturais. É um encanto, mar azul e sem ondas. Antes de chegar na ilha (onde dizem que gravaram algumas cenas da Lagoa Azul) paramos em uma piscina natural, onde a água ficava até a cintura e tinha estrelas do mar. Esse passeio custa em média 105 dólares. Fomos também ao comércio local da praia do Bavaró, onde tinha várias lojinhas de artesanato. Com alguns valores mais em conta, diferente dos preços dentro do resort.

Punta Cana - Ilhas Saona

O que mais gostou: Os restaurantes temáticos, agilidade no atendimento dos bares e o carinho que os dominicanos têm pelo Brasil.

O que menos gostou: A abordagem dos vendedores do comércio local. Eles chegam abraçando e te empurrando para dentro das lojas e caso você esteja dentro de outra loja, eles ficam te esperando na rua.

Algum lugar te decepcionou? Não.

Voltaria? Claro!!

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  09/12
 

Depois do sucesso do post sobre turismo em New York, aqui está a versão intercâmbio. A publicitária Mariane Santana estudou na cidade do Central Park e deu várias dicas no Next Stop desta semana. Aproveitem que elas não são as mesmas do post anterior! 😉

New York 1

País: Estados Unidos

Cidade que morou: New York

Documentação exigida: Passaporte e visto. No meu caso, eu já tinha o visto de turista e pude ir com ele, por ser um curso de curta duração.

Quanto tempo ficou: 2 meses.

Qual idade tinha: 21 anos.

Qual objetivo da viagem: Realizar o sonho de fazer um intercâmbio e aprimorar o inglês.

Como foi o curso? Foram 8 semanas de curso de inglês na Kaplan Midtown, uma escola que me conquistou pela estrutura e localização (há duas quadras do Central Park). O método também foi bem eficiente, pois havia bastante prática escrita e oral (o que pra mim foi a maior diferença do ‘inglês da escola’, que era o único que eu tinha até então). Eu estudava de manhã e tinha o resto do dia livre para aproveitar a cidade.

Por que escolheu esse destino? Eu sempre soube que queria ir para os EUA, mas a escolha por NYC acredito que tenha sido pela diversidade de pessoas, estilos e até mesmo lugares que eu sempre acreditei ter lá (e tem mesmo).

Trabalhou? Se sim, como foi: Não trabalhei, só estudos mesmo.

Qual época do ano foi? Inverno dos EUA. Fiquei lá de dezembro a fevereiro.

Cidades que visitou: Fui a New Jersey por causa dos outlets e passei um final de semana visitando Washington.

Viajou em grupo? Não, fui sozinha.

Que tipo de hospedagem utilizou? Host family. Morei em um apartamento no Brooklyn junto com a host mom e o host brother de 4 anos. Foi ótimo para vivenciar com mais intensidade a cultura norte-americana e também era a minha maior experiência de conversar em inglês com alguém nativo. Acredito ter dado sorte de ir parar numa host family legal, que me acolheu muito bem e que não me cobrava coisas chatinhas que alguns outros intercambistas às vezes tem que cumprir, como horários, por exemplo.

Como organizou a viagem? Escolhi a cidade e a escola pesquisando na internet e depois fui até uma agência de intercâmbio fechar o pacote.

Como era a alimentação? Uma delícia! Meu pacote incluia café da manhã e jantar na host family: no café da manhã eu normalmente comia waffles com frutas ou ovos. Já o jantar era por conta da host mom e normalmente tinha quinoa, saladas e, como eu não como carne, alguma outra opção como mac and cheese ou legumes. No almoço às vezes optava por pizza ou ia a um restaurante self service perto da escola, que eram opções baratas. Fora isso, eu era frequentadora assídua da Starbucks e da Dunkin’ Donuts hahah

Como foi o relacionamento com as pessoas locais? Foi bom, em geral eram simpáticos e curiosos sobre o Brasil. Nunca me senti menosprezada pelos norte-americanos.

O que mais gostou? A diversidade que se encontra na cidade, a possibilidade que todo mundo tem de encontrar um lugarzinho com o qual se identifique, seja um pub, um parque, uma balada, um bairro, etc. É como se existisse uma NYC para cada pessoa.

O que menos gostou? Como o tempo passou rápido e tive que voltar logo pro Brasil hahah

O que decepcionou? Não exatamente ‘decepcionou’, pois eu quando eu fui já sabia que não daria para fazer esse passeio, mas eu gostaria de ter descido na ilha onde fica a Estátua da Liberdade e não pude. Na época a ilha estava fechada por causa do Furacão Sandy, então só se podia ver a estátua de um barco.

O que surpreendeu? Como é prático andar pela cidade, até nos bairros mais residenciais, e como o metrô é eficiente. Antes de ir, muito ouvi e li sobre ser complicado e sobre gente que se perde no metrô, mas comigo nunca aconteceu.

Qual lugar um turista TEM que visitar? Central Park, Brooklyn Bridge, Rockfeller Center, Times Square, MET e ir a um musical da Broadway.

Central Park: pude vê-lo no finalzinho do outono (folhas secas ainda caindo) e no inverno (coberto de neve, lagos congelados…) e acredito que o Central Park seja lindo em todas as estações. No inverno, não dá para deixar de andar de patins no gelo.

Brooklyn Bridge: Uma caminhada que vale a pena. Recomendo ir no final da tarde, a fim de pegar o pôr do sol ainda atravessando a ponte e esperar escurecer no Brooklyn, podendo visualizar Manhattan com suas luzes acessas.

Rockfeller Center: Concentra comércio e turismo. Na época de final de ano recebe decoração especial natalina, como a Árvore de Natal que é a principal da cidade.

Times Square: Ou ame, ou odeie. No meu caso, eu AMO! Considero a energia do local muito boa, gostava de sentar nas escadarias apenas para ficar observando tudo que acontece por ali. Nas ruas laterais há diversos pubs, que sempre eram ponto de encontro da turma. Ah, para quem gosta de fazer compras há diversas lojas famosas e acessíveis, como Forever 21, Disney Store, MAC Cosmetics, Aeropostale, etc. Até a virada do ano optei por passar na Times, bem turista, mas valeu a experiência hahaha

Metropolitan Museum of Art (MET): O melhor museu da cidade! É enorme, mas vale as horas gastas.

Musicais da Broadway: A qualidade da produção e dos artistas é inigualável, quem vai a NYC tem que assistir a algum desses espetáculos. Eu assisti Evita, Chicago e O Fantasma da Ópera, todos me encantaram.

Quanto gastou? Mais ou menos uns R$20 mil, contando voos, escola, hospedagem, a alimentação que não estava inclusa, passeios e também compras.

Voltaria? Siiiim! Sem dúvidas!

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