Next Stop

  25/11
 

Bom dia! O Next Stop desta semana traz uma entrevista com a jornalista Jessica Schneider, que estudou jornalismo por um semestre em uma universidade de Lisboa, Portugal.

Next stop - Lisboa

País: Portugal
Cidade que morou: Lisboa
Quanto tempo ficou: 6 meses
Documentação exigida: Para permanecer em Lisboa, a única exigência era o visto de estudante temporário ou residente (por ultrapassar o tempo permitido de 3 meses para turistas). Fora isso, a maior burocracia foi aqui mesmo no Consulado de Portugal para solicitar o visto. Sem contar no valor absurdo que se paga aqui e quando chega lá também tem que pagar uma taxa, pois eles dão somente um visto de 4 meses e quando chega lá precisa renovar.
Qual idade tinha: Fui com 21 e completei 22 lá.
Qual objetivo da viagem: Principalmente aproveitar a oportunidade de estudar em outro país, sem contar o fato de ser uma ótima experiência de vida com relação a independência e vivência em meio a outra cultura.
Como foi o curso (tempo, escola, qualidade, etc): Durante o tempo em que estive na faculdade tudo foi importante. Viver uma outra realidade é bem interessante. Lá eles tem alguns métodos diferentes do que os daqui do Brasil. Demorei um pouco para me acostumar, e quando tinha me adaptado.. acabou o semestre. Por vários motivos a adaptação, quanto a rotina da faculdade, foi estranha. Como por exemplo, as estações do ano que alteram os semestres e fazem lá ter o semestre mais curto quando aqui temos o semestre mais extenso.
 Universidade Católica Portuguesa - Lisboa

 

Por que escolheu esse destino: Fiquei encantada quando uma colega que tinha retornado de lá contava com tanto entusiasmo  suas aventuras e experiências. Ela falou muito bem da faculdade! E a questão da língua foi importante, pois ir para um país com mesmo idioma era muito mais garantido do que tentar disputar uma vaga entre pessoas que tinham um conhecimento maior de línguas estrangeiras.
Trabalhou? Não trabalhei.
Qual época do ano foi: De fevereiro a julho de 2013 (final do outono, toda a primavera e o início do verão)
Cidades que visitou: Em Portugal mesmo fui de norte a sul e de leste a oeste. (Ex.: Porto, Coimbra, Braga, Região do Algarve, Guimarães, Faro, Albufeira, as praias da Costa da Caparica, Cascais, Carcavelos…)
Viajou em grupo: Aqui do Brasil fui sozinha.
Que tipo de hospedagem utilizou: Em Lisboa morei por uma semana em um hostel até encontrar uma casa. Depois disso morei em um apartamento dividido com mais 5 pessoas (4 portugueses e 1 espanhol). 
Como organizou a viagem: Me preparei com bastante antecedência e planejamento. Desde fazer o passaporte até recolher toda a papelada para o pedido de visto, pesquisa de passagem barata e organização financeira para a compra de euros.
Como era a alimentação: Alimentação normal. Eu mesma cozinhava e comprava no mercado o que me interessava. Poucas vezes comi fast food ou comidas prontas e congeladas.
Como foi o relacionamento com as pessoas locais: De certa forma me adaptei bem convivendo com os portugueses. Claro que as vezes se percebe quando uma pessoa não gosta da gente ou tem algum tipo de discriminação, mas em geral sempre tive um bom relacionamento e boa convivência. Porém, por parte de alguns portugueses ainda falta um pouco de simpatia! 🙂
O que mais gostou: Gostei muito das praias e de Lisboa mesmo que é linda! Gostei de me sentir segura e ter facilidade para locomoção com o metrô e ônibus.
O que menos gostou: De me sentir sozinha às vezes.
O que decepcionou: Encontrar brasileiros que mesmo vivendo em outro país, longe de casa e nas mesmas condições, ainda assim conseguem ser falsos e não se ajudar uns aos outros. Esse, infelizmente, é o ser humano brasileiro!
O que surpreendeu: Em meio a tantas decepções ainda existir uma esperança e poder fazer grandes amizades. Algumas que são de lá mesmo, outras que são daqui, mas decidiram ficam pela Europa e outras que são daqui e já voltaram, mas moram em outros estados.
Qual lugar um turista TEM que visitar: Em Lisboa mesmo eu super recomendo Belém!
Quanto gastou: Em torno de 15 mil reais.
Voltaria? Com certeza voltaria! Nesse momento não sei exatamente em qual situação, se como estudante, turista, para trabalhar ou morar…mas voltaria. Momento único da minha vida que ninguém jamais poderá apagar do meu coração e da minha memória. Um sentimento que não tem como descrever!

 

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  11/11
 

Bom dia! Hoje ela já está formada, mas a então estudante de Jornalismo Suzy Scarton estudou alguns meses na Espanha e contou pra gente um pouco dessa história. Espero que gostem!

Espanha - Parque del Retiro

País: Espanha

Cidade que morou: Madrid

Quanto tempo ficou: Seis meses

Documentação exigida: Que eu me lembre, os principais eram visto de estudante, concedido pela embaixada da Espanha, passaporte e seguro saúde.

Qual idade tinha: 22 anos

Qual objetivo da viagem: Fui prioritariamente para estudar, mas claro que também escolhi um país da Europa para poder viajar.

Como foi o curso: Cursei Jornalismo na Universidad San Pablo CEU. Era uma faculdade realmente muito boa, que oferecia graduação de todos os cursos da Comunicação juntos. A maioria dos meus colegas cursava Jornalismo e Publicidade, por exemplo, ao mesmo tempo. Alguns faziam Jornalismo e Direito. Era uma combinação interessante. Fiz quatro cadeiras, o mínimo exigido pela minha universidade aqui em Porto Alegre, a PUCRS. A universidade não era muito grande e tinha ares de colégio, mas era muito bonita e moderna.

Qual época do ano foi: Fui no final do verão de lá, em agosto de 2012, e voltei em fevereiro de 2013.

Cidades que visitou: Na Espanha, fui a Toledo e Barcelona, além de ter explorado Madrid. Também estive em Londres, Paris, Amsterdam, Berlim, Roma e Lisboa.

Viajou em grupo ou sozinha: Viajei sempre com amigos. Para Londres fui duas vezes e fui sozinha.

Que tipo de hospedagem utilizou: Ficávamos sempre em hostel. Em Paris, ficamos em um hotel bem baratinho, que era mais vantajoso que hostel. Em Amsterdam, tivemos azar e escolhemos um hostel terrível. Achamos mais seguro trocar e conseguimos vaga em um hotel.

Como organizou a viagem: Geralmente, fazíamos um roteiro de lugares que gostaríamos de conhecer e nos baseávamos a partir dele, organizando o que era mais perto para que não perdêssemos tempo.

Como era a alimentação: Minha alimentação em Madrid não foi das melhores. Comprar carne, por exemplo, era muito caro. Mas nos virávamos bem e tentávamos comer em casa sempre que possível para economizar. Comida é caro na Europa.

Como foi o relacionamento com as pessoas locais: Os espanhóis não são muito receptivos. São educados e prestativos, mas não fazem amizade tão facilmente. Fiz alguns amigos na faculdade, mas o grupo maior era de brasileiros.

O que mais gostou: É difícil definir um único aspecto. Logo que cheguei ao aeroporto, já pude perceber diferenças culturais. Aqui no Brasil, todos (ou pelo menos a maioria) são solícitos, ninguém nega uma informação a alguém perdido. Os espanhóis, entretanto, não são assim. São, até mesmo, grosseiros. Mesmo que a diferença percebida, esse contato com outras culturas é o principal legado de um intercâmbio. Em minhas visitas a outros países, também pude desmitificar alguns conceitos que sempre trouxe comigo, como a antipatia dos franceses e meu preconceito com a língua italiana. Vários franceses foram mais simpáticos comigo do que os espanhóis com quem convivi. O italiano falado em Roma é belíssimo. Acho que o que mais curtimos nesse tipo de experiência é a capacidade para abrir a cabeça. Sempre fui contra a legalização da maconha. Ao passar uns dias em Amsterdam, comecei a ver a questão com outros olhos. Quem sente um intercâmbio, seja ele de dois meses, seis meses, um ano, volta diferente. Volta melhor, volta mais conhecedor de si mesmo. É algo que ninguém apaga ou tira da gente: nosso próprio crescimento.

O que menos gostou: Não sei se existe algum ponto negativo, sinceramente. Tudo que aconteceu serviu para me fazer crescer. Quebrei meu netbook, provavelmente foi a pior parte da viagem, pois ainda tinha provas e trabalhos para entregar e precisei comprar um computador lá.

O que decepcionou: Gostaria que tivesse nevado em Madrid. Sendo um país da Península Ibérica, o inverno é mais ameno que em outros lugares, como Berlim ou Londres, por exemplo.

O que surpreendeu: Aqui no Brasil, não nos preocupamos com a água. Logo que cheguei, morei com duas espanholas por um período e elas chamaram a minha atenção pelo tempo que eu ficava no banho. Sempre fui cuidadosa com isso, mas nunca desliguei o chuveiro enquanto passava o shampoo no cabelo ou o sabonete no corpo. Elas falaram que eu precisava fazer isso. Foi um choque na hora.

Qual lugar um turista tem que visitar: Em Madrid, é imprescindível acompanhar a vida na Puerta del Sol. A vida daquele lugar é impressionante. Era um dos meus lugares preferidos. O templo de Debod também é um lugar muito bonito, principalmente para os apreciadores do pôr-do-sol.

Quanto gastou: Não consigo estimar um valor. Sempre mantive um caderno com minhas despesas diárias, principalmente durante as viagens, mas boa parte foi suprida pelos meus pais, aqui do Brasil mesmo.

Voltaria? Hoje mesmo.

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  28/10
 

Romântica, chique, charmosa, tudo isso e mais um pouco.. Elogios não faltam quando falamos de Paris. Há anos a capital francesa é o destino mais visitado no mundo. De acordo com o Comitê Regional de Turismo da cidade, 32,3 milhões de pessoas passaram por lá em 2013. Leia a entrevista da estudante Anna Eliza Barata e saiba mais sobre esse lugar que atrai tantos olhares.

Paris

Cidade e país: Paris, França

Quanto tempo ficou: 45 dias

Qual época do ano foi: Janeiro/Fevereiro de 2013

Que idade tinha: 20 anos

Qual objetivo da viagem: Estudar francês e ter uma experiência de intercâmbio.

Por que escolheu esse destino: Além de ter a oportunidade de vivenciar o idioma francês no dia a dia, passar uma temporada na cidade mais mágica do mundo.

Quais são os documentos necessários: Apenas passaporte

Quanto gastou em média: Em média de 12 mil a 15 mil reais, sem aquelas comprinhas que a gente sempre acaba fazendo.

Viajou sozinha ou em grupo: Sozinha

Que tipo de hospedagem utilizou e como foi: Aluguei um quarto em uma casa de família. Foi interessante por ter a oportunidade de observar a rotina de uma família francesa sem perder a liberdade de não ter que obedecer as normas que normalmente os intercambistas que ficam em casa de família tem que se submeter. Foi ainda melhor por ser uma familia que tinha crianças pequenas que gostavam de praticar a língua francesa comigo.

Como foi a alimentação? Dê dicas. Normalmente tomava meu café da manhã nas boulangeries que são muito típicas na cidade. Almoçava em uma vila universitária que era perto do meu curso de francês, e jantava na rua. Comi muito fast food e sanduíches, pois a alimentação em Paris é bem cara. Então economizava alguns dias para fazer refeições mais caras em lugares que, além da comida, eram um programa a parte. Desses últimos, por exemplo, os clássicos Café de Flore e Le Deux Magots que ficam no bairro descolado de Saint Germain- des – Prés; Ralphs é um restaurante super charmoso que fica dentro da loja da Ralph Lauren. Mas o meu preferido é o Georges, que fica no terraço do Museu de Arte Moderna, e tem uma vista maravilhosa para toda Paris, principalmente se der sorte como eu de pegar um dia com um tempo limpo.

Como organizou a viagem: Organizei pela agencia CI e foi tudo muito rápido. Meu pai me deu a ideia de fazer a viagem, pois estava encantada com a língua francesa, e 15 dias depois estava embarcando.

O que mais gostou: Com certeza, o que mais me marcou foi viver um pouco em uma cidade linda, rica culturalmente e poder aproveitar as diversas atrações que a capital francesa tem a oferecer. Museus, galerias, igrejas, ruas que serviram de cenário para momentos históricos para alguém que como eu que é apaixonada pelo mundo, arte, suas diversas culturas e obviamente pela aura indescritível da cidade.

O que menos gostou: Ter que ir embora.

Um lugar que todo turista tem que visitar: São muitos e é muito difícil não ser cliche. Torre Eiffel e caminhar pela Champs Elisses e redondezas sem pressa.

Voltaria? SIM! Paris Toujours <3

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  21/10
 

Um dos lugares mais visitados no mundo, Cancún é o que podemos chamar de paraíso na Terra. Localizado na Península de Yucatán, no México, o balneário é um dos mais divertidos do Mar do Caribe. Não bastasse as praias paradisíacas, o local conta com váriass opções de festas, esportes, restaurantes, compras, etc.

A estudante de Medicina Marina Justi visitou esse destino tão cobiçado e contou como foi a viagem entre amigos. Confira:

Cancún - Marina

Cidade e país: Cancún, México

Quanto tempo ficou: 1 semana

Qual época do ano foi: Fui em julho de 2013, durante as férias. Tem o spring break em abril, mas não fomos pois estavamos em aula.

Que idade tinha: 21

Qual objetivo da viagem: Aproveitar as últimas férias universitárias com as minhas amigas da sala. (No curso de Medicina fazemos uma viagem grande no 4º ano, porque depois não temos mais férias praticamente).

Por que escolheu esse destino: Escolhemos Cancún por ser um lugar de festas, com muitas jovens, além da beleza de suas praias.

Quais são os documentos necessários: Passaporte (o visto é retirado pelo site do consulado mexicano – muito simples).

Viajou sozinha ou em grupo: Grupo, em torno de 10 meninas.

Que tipo de hospedagem utilizou e como foi: Fiquei no Hotel Grand Oasis, quarto triplo com 2 amigas. O hotel é maravilhoso, todos muito preparados para nos ajudar naquilo que era possível. Houve um pequeno problema, além de escolher a quantidade de pessoas na sua acomodação, também escolhe o local dessa acomodação. Sendo que o preço varia, visto que o hotel é muito grande, e lugares mais bem localizados são mais caros. E quando chegamos ao quarto triplo no local bem localizado, não havia cama para 3 pessoas, eles montariam. Então preferimos ficar em um lugar mais longe, porém mais confortável para 3 pessoas e continuamos pagando o maior valor. Com todo o nosso azar, o quarto da minha amiga foi inundado por algum problema do hotel, mas eles pagaram a lavanderia de todos os pertences e as trocaram de quarto. Para quem for, a escolha do hotel é a parte mais importante. Todos os hotéis são longes das festas (tem circular que te levam e te trazem das festas), mas é aonde você aproveita o dia, então é uma escolha bem importante. Vale levar em conta o serviço proposto pelo hotel, a praia privative, as piscinas, atividades diárias e os restaurantes.

Como foi a alimentação? Dê dicas: Quanto a alimentação, a maioria fiz no próprio hotel que era all inclusive. Tinha restaurantes típicos de cada país, entre hamburgueria, frutos do mar, japones, mexicano, churrascaria, italiano, pizzaria. Alguns ficam abertos 24 horas, outros têm horário de funcionamento, e há necessidade de reservar (mas não existe dificuldade). Também depende do plano que você adquiriu para ver quais restaurantes você tem acesso.

Como organizou a viagem: Fechamos a viagem com uma empresa conhecida aqui no Brasil. Escolhemos o hotel baseado em pessoas que já tinham ido e nos deram dicas. Quanto aos passeios, chegando lá, fechamos todas as festas e passeios turísticos com um guia também indicado pelo pessoal que tinha ido no ano anterior. Assim, ele sabia qual dia cada balada ia lotar mais, quais os melhores horários para passeio, e não tinhamos que nos preocupar com nada.

O que mais gostou: Gostei muito das festas! São bem diferentes, cada uma com sua característica e todas bem diferentes das brasileiras. Tivemos Gloow Pop no Senor Frog, que tem um escorregador que cai direto no mar. Fomos em uma bem característica, daquelas que aparecem no Pânico, realmente as pessoas perdem a cabeça! haha Pool Party, sim, nós nadamos as 3 da manhã com direito a coreografias. Vale muito a pena ir e se permitir! Cada balada custa 40 dólares (menos a Coco Bongo, que custa 70).

O que menos gostou: A questão de dinheiro. É muito dificil pagar em cartão. Além disso, tudo que você paga em dólar o troco é dado em peso mexicano, assim perde-se muito dinheiro. E a maioria dos lugares não tem troco para notas altas. Então levem pesos!

Um lugar que todo turista tem que visitar: Pode ser 2? Hahaha Coco Bongo, a melhor balada da minha vida! Além de ter tudo de uma balada normal, tem vários shows durante a noite, é lindo. Chichén Itzá como passeio turístico, fica na Riviera Maya, é longinho para ir, mas compensa. É um baile de cultura! E no caminho tem o lugar do desafio Red Bull, é lindo! Mergulhar de 27 metros de altura!

Qual lugar decepcionou: Isla Mujeres. Compensa somente se você tiver muita vontade de nadar com os golfinhos, porque de resto é bem parado e você só perde o tempo.

Qual lugar surpreendeu: Ah, tudo me surpreendeu para o lado positivo! Mas acho que o Chichén Itzá e a Coco Bongo foram os que mais me surpreenderam. Fizemos também um passeio de jet ski em alto mar, dirigidos por nós e com direito a mergulho em determinado local escolhido pelo guia. Achei bem legal, muita adrenalina!

Voltaria? SIMM!

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  14/10
 

Bom dia! O “Next Stop” dessa semana traz uma história de paixão antiga com o destino da viagem. A Laura Marcon contou um pouco das suas experiências na Austrália, lugar que sempre sonhou morar.

Sydney

País: Austrália

Cidade que morou: Sydney

Documentação exigida: Passaporte para entrar no país, vacina da febre amarela, visto (no meu caso era de estudante), Imposto de Renda Completo, extratos bancários, últimos 3 contracheques, realização de exames médicos, confirmação de matrícula em uma escola, preenchimento de dois formulários e carta de intenção.

Quanto tempo ficou: 1 ano

Qual idade tinha: Fui com 20, fiz 21 enquanto estava lá.

Qual época do ano foi: Fui no verão, janeiro de 2013.

Qual objetivo da viagem: Para aprimorar o inglês, sair um pouco da rotina e conhecer o país que sempre sonhei.

Por que escolheu esse destino: Desde que eu era pequena eu dizia que queria muito ir pra Austrália. Sempre adorei praia e a Austrália me chamava a atenção há muito tempo pelo fato de ter lugares incríveis, cheio de belas naturezas, pessoas educadas, uma qualidade de vida excelente.. enfim um país organizado. Lembro quando pesquisei na internet sobre a Austrália, assisti vídeos, vi fotos e li textos que cheguei a me arrepiar e decidi: Eu ainda vou morar na Austrália (até fazia parte dessa comunidade no Orkut, achando que era um sonho bem distante hahah). E foi assim, apesar de ser do outro lado do mundo e abrigar os animais mais perigosos que existem, a Austrália é encantadora.

Viajou em grupo ou sozinha: Viajei com o meu namorado.

Como organizou a viagem: Fui pela agência de viagens Information Planet. Eles enviaram toda a documentação necessária pra embaixada, deram as opções de escola e acomodação.

Que tipo de hospedagem utilizou: Aluguei apartamento, dividia com mais umas 5 pessoas. E nas viagens que eu fiz fiquei em hostel.

Como foi o curso: Eu fiz dois cursos. No primeiro semestre do ano (2013) estudei Inglês, entrei no que chamam de General English, terminei e fiz o Cambridge FCE. Achei a escola boa, tive turmas legais e não podia falar em português na escola, o que achava legal. Mesmo com os brasileiros, só podia falar em inglês, até nos horários de intervalo. No segundo semestre eu fiz um curso de Tecnologia da Informação e Mídias Digitais, a escola era mais fraca, mas essa é uma área que me interessa, então valeu.

Trabalhou? Se sim, como foi: Sim, trabalhei. E foi um dos meus maiores sofrimentos lá. Não pelo fato de trabalhar, mas pela dificuldade de conseguir emprego que eu tive no começo. Quando eu cheguei só conseguia uns empregos casuais de cleaner, fazia uns testes pra garçonete, mas nada fixo. Foi quando resolvi procurar algo na minha área (trabalho com marketing digital) e eu consegui através de um anúncio que eu postei no Gumtree (um site útil pra tudo na Austrália!) Pra procurar trabalho, procurar apartamento, até celular comprei por ali hahah). E trabalhei pra algumas empresas fazendo o gerenciamento de redes sociais, foi uma experiência bem interessante.

Cidades que visitou: Na Austrália visitei praticamente todas as praias de Sydney. Fui pra Morrisset (uma cidadezinha onde tem um hospital abandonado que virou a casa dos cangurus.. sensacional!), fui pra Blue Mountains, Melbourne, Jervis Bay, Gold Coast, Brisbane e Byron Bay. Além disso, fui pra países próximos, Tailândia, Indonésia e Cingapura.

Como era a alimentação: Tive que aprender a me virar, o que foi bom. Sempre fui filhinha de mamãe haha. Lá eu fazia minhas próprias refeições, então eu gostava de ir no supermercado escolher salada, carne, se ia ser arroz ou massa. Então considero que tive uma boa alimentação. Ah.. e pra quem gosta de sushi, como eu, lá é o paraíso do sushi, foi lá que aprendi a gostar!

Como foi o relacionamento com as pessoas locais: A maioria são pessoas boas e comunicativas! Os australianos que eu conheci criei um bom relacionamento.

O que mais gostou: Nossa, gostei de muitas coisas! Mas acho que o que mais me encantou foi o estilo de vida de lá, de ir pra todos os lugares de bicicleta e de poder ir pra praia logo que saia do trabalho ou da aula, por exemplo.

O que menos gostou: As coisas são caras por lá, passei por algumas dificuldades financeiras.

O que decepcionou: Algumas pessoas não tem muita consideração, mas isso acontece em qualquer lugar do mundo. Teve um empregador que de repente sumiu e ficou me devendo bastante dinheiro, nunca mais consegui recuperar.

O que surpreendeu: A quantidade de asiáticos que tem lá, sei que a Austrália é do lado da Ásia, mas me surpreendi com a quantidade de asiáticos!

Qual lugar um turista TEM que visitar: A praia de Little Bay, em Sydney. Foi um achado de ouro, amei aquele lugar. Outra praia que eu criei um carinho enorme foi Manly Beach e Shelly Beach. Além de Morrisset, claro, pra conhecer e brincar com os cangurus.

Quanto gastou: Só pra ir foi cerca de 20 mil reais, fora o que tive que me manter lá. O aluguel era 200 dólares por semana, tinha conta do celular, supermercado e coisas extras. Lá as contas são pagas semanalmente, mas também recebemos o salário por semana.

Voltaria? Com certeza!

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