turismo

  13/11
 

Por Louise Bragado

Eu comecei esse texto pelo menos umas três vezes. Não sabia o que contar ou que argumentos usar para fazer um roteiro no Rio de Janeiro que fosse completo – ou que oferecesse as melhores opções possíveis. Matutando isso há um tempinho, certa manhã comecei a mexer nas notas velhas do celular, e encontrei anotações de uma palestra que fui quando ainda morava no Rio Grande do Sul. Era sobre hospitalidade. Entre as várias anotações, encontrei a seguinte, exatamente como segue:

“Turismo vivo é ver as pessoas. O que elas fazem? Como é a aura dessa cidade? Falar com o pipoqueiro; sentar no banco da praça e ver as pessoas. Ver, enxergar. Não esqueçam de aquecer o coração”. Vibrei: é isso! O que há de mais encantador em um lugar é a alma dele. Por isso, escolhi alguns lugares que, de maneira muito pessoal, me fizeram vibrar por dentro, ficar encantada. Moro há pouco mais de dois meses no Rio, então ainda não conheço todos os cantinhos extraordinários da cidade, mas já encontrei alguns com uma aura especial. Acredito que possam encantar vocês também.

Pavão Azul

Toda vez que eu passo na frente desse bar (pode ser terça à noite, domingo à tarde, o dia que for) está lotado. Esqueci de tirar fotos das comidinhas, mas indico as patanescas (bolinhos de bacalhau sem batata, absolutamente maravilhosos, talvez os melhores que já comi por aqui) e os pasteis, bem recheados e quentinhos. Paguei R$ 11,20 por quatro pataniscas (R$ 2,80 cada). O tamanho é bom. Elas não são enormes, mas também não dá para dizer que são pequenas. Servem bem. Os pasteis vem nos sabores camarão, queijo e carne e custam R$ 2 cada. A boa pedida é ficar nas mesas externas, mas, se você não conseguir, ficar em pé na rua também rola. É a cara do Rio de Janeiro.

Forte de Copacabana – e uma esticadinha na Confeitaria Colombo

O forte é um passeio legal para ir com a família. Eu levei meus pais da última vez em que eles vieram me visitar. Passeamos por todo o complexo que engloba o forte, aproveitamos a vista maravilhosa de toda a orla, conferimos a exposição (muito legal para conhecer a história do forte, como foi construído, quando foi desativado, como funcionavam os armamentos, etc); tiramos muitas fotos, apreciamos a paisagem e, no fim das contas, almoçamos na Confeitaria Colombo que fica dentro do complexo.

Rio de Janeiro - FOTO 1 - VLIFESTYLE

Eu pedi um café da manhã (eles servem o café da manhã até as 19h da noite), que é maravilhoso. Saiu por R$ 36 e uns trocados, e incluía suco, iogurte, café (ou chocolate, ou cappuccino, à sua escolha), pães, geleias, manteigas, presunto e queijo, granola e dois tipos de biscoito, além de um bolo com cobertura de limão. Delicioso. Durante a semana, a Confeitaria também oferece pratos salgados, tipo para almoço, como estrogonofe. Também uma delícia. Se você for em um dia muito movimentado, uma boa dica é chegar e já colocar seu nome na lista de mesas, e aproveitar para olhar o forte e os museus enquanto espera.

Rio de Janeiro - FOTO 2 - VLIFESTYLE

Ah, serviço de utilidade pública: o ingresso custa R$6 (R$ 3 a meia) e não é permitido entrar com roupas de banho.

Museu Nacional de Belas Artes

Eu adoro a vibe dos museus e acho que eles contam muito sobre uma cidade. Lugares para contemplar, caminhar devagar, olhar alguma coisa e não gostar, ver outra e se sentir profundamente tocado, imensamente compreendido. Aqui no Rio há 59, segundo dados do projeto Museus do Rio, e ainda não pude conferir todos.

O Museu Nacional de Belas Artes faz você passear por várias décadas da arte nacional (as coleções incluem pintura, desenho, escultura e gravura brasileira), além de várias outras obras estrangeiras. Dá para passar um dia, facinho. É o lugar onde você encontra, ao vivo, todas aquelas obras de arte que ilustram os seus livros de história do ensino fundamental (sabe aquele “Batalha de Guararapes? Tá lá!), além de outras obras como o autorretrato da Tarsila do Amaral e grandes pinturas do Candido Portinari. Vale muito conferir! E, melhor ainda, a entrada é gratuita. Fica na Avenida Rio Branco, nº 199, Centro.

Rio de Janeiro - FOTO 3 - VLIFESTYLE

A Lapa, sem falta!

Eu amo muvuca. Povo de um lado e pro outro, gente feliz, dando risada, dançando, conversando, bebendo, comendo, namorando. A Lapa é um dos melhores lugares para se fazer turismo vivo. Sentar em um bar e aproveitar. Qualquer bar. Tem para todos os gostos. O Bar da Cachaça é muito legal, tem o Sacrilégio, Bar da Boa, Leviano Bar, Boteco da Garrafa, Bar do Adão, Bar Luiz, Barzinho e outros vários que nem sei o nome. É só entrar, achar uma mesa e curtir. Bem relax, bem na boa. Na semana passada, fui no Sarau Rio, um dos primeiros quando você entra na Rua dos Arcos. Fica bem em frente ao Circo Voador. O som lá era forró, o clima estava ótimo, teve até pedido de casamento, e a noiva depois se declarando. Não tem como ser mais amor.

Rio de Janeiro - FOTO 4 - VLIFESTYLE

A praia, sempre

Seja qual for a sua preferência (Ipanema, Copacabana, Leblon, Grumari, Praia da Reserva, Prainha), a beira da praia não pode faltar. É onde tudo se mistura, onde você aproveita e conversa, toma banho de mar, sente a energia do sol, sai um pouco da rotina, deixa a correria de lado, conversa com o ambulante, negocia com outro, ouve a conversa do vizinho de guarda-sol, ri e depois esquece, fica de pé descalços, observa a natureza. É um dos meus espaços preferidos nas cidades litorâneas. Não pode faltar.

Rio de Janeiro - FOTO 5 - VLIFESTYLE BLOG

E, para qualquer lugar da cidade que te encantar: viva ele, veja, observe, experimente. Não se limite a ficar na piscina do hotel, entrar no táxi só para jantar no restaurante fabuloso ou na festa badalada. Tudo isso é maravilhoso, mas também pegue o metrô, ande de ônibus, pare em algum bar de esquina, converse com moradores, ambulantes, camelôs. Interaja com a cidade, e com o que existe nela. É assim que conhecemos um lugar de verdade e nos apaixonamos por ele.







  15/09
 

Conforme prometido semana passada, o Next Stop sobre Roma continua. Tyssi Vidaletti agora fala sobre turismo, culinária e o relacionamento com os romanos.

Next Stop Roma 2

TURISMO

Para mim, a coisa mais espetacular de Roma é ver o que restou do Império Romano e como a idade média se desenvolveu por cima, é tão nítido. E ainda fico sem ar toda vez que passo pelo Coliseu – quer dizer, tá ali desde o ano 70, sabe!? Aconteceram coisas grotescas ali dentro, ficar sentada olhando, imaginando e filosofando, se amadurece vários pensamentos e explicações gerais sobre a humanidade. Uma dica bacana que posso dar é: PESQUISE ANTES! Leia o que puder antes de vir pra Roma, porque são tantos significados que muita coisa incrível pode passar despercebida por falta de informação.

Next Stop Roma 1

Além dessa parte da história, há poucos minutos a pé do Coliseu, se encontra o Altare della Patria ou Monumento a Vittorio Emmanuele II (que foi o primeiro Rei da Itália já unificada) ou também conhecido como Vittoriano. Uma construção polêmica, que iniciou em 1885 e terminou em 1935, sua execução significou destruir muitas ruínas importantes da era medieval e imperial. É feito todo em mármore, um elefante branco bem no meio de Roma. Enche tanto os olhos que não consigo mais pensar como era Roma moderna sem ele.

Next Stop Roma 3

Next Stop Roma 4

Sou adepta do pensamento “menos é mais” para tudo, não, neste caso não estou falando de moda, mas de viagens: prefiro menos lugares por mais tempo. Pipocar em mil lugares ficando em cada um por dois dias não te dá a mínima percepção real da cidade. Roma precisa de atenção, gente: eu diria no mínimo cinco bons e cheios dias.

COMIDA

Quem não pensou em comida!? É… vir visitar Roma não combina com dieta… não mesmo! Três palavras fundamentais – Massas, pizzas e sorvete! Depois dessas vem vinhos, queijos e saladas mediterrâneas… Basicamente é isso. Tenho paixão pela ‘cucina laziale’ – aqui da região do Lazio, mas a minha queridinha é a penne alla rabiatta. A característica dessa cozinha é a simplicidade, geralmente são três ingredientes básicos que bem misturados ficam dos céus. A minha queridinha é composta por alho, tomates e pimenta vermelha – como até morrer, juro, até sentir que vou explodir (e me sinto mal por dizer isso, já que fazer isso é muito feio!). Ainda temos a pasta caccio peppe, composta de queijo de ovelha (muito normal aqui na Italia) e pimenta preta.

Next Stop Roma 5

Eu não como carne vermelha, nem frango, e aqui é o paraíso para o meu tipo de alimentação. A maioria esmagadora da carne vermelha consumida na Itália vem das américas, logo, é muiiiito caro e a qualidade não é boa, então, eu diria que não comer carne aqui é um ponto muito positivo (não só para saúde e consciência) para o bolso. Em compensação vejo o pessoal se lambuzando nas tábuas de salame e queijo – sim, o salame é top – (já sabiam os descendentes de italianos do RS).

Não sou vegana, nem próxima disso, (ok, Tyssi, sem discussões morais contigo mesma no meio do texto) continuando… uma coisa sensacional é a mozzarella, gente, como é ma.ra.vi.lho.sa. Ela vem em bolotas, não em fatias, são lindas bolotas brancas de queijo fresco, com isso é fácil se viciar na insalata caprese – tomates, mozzarella e manjericão fresco, a preferida dos italianos. No geral, eles lidam muito bem com vegetais – salve a dieta mediterrânea!

OS ROMANOS

Não sei o motivo, quando penso em Romanos a palavra que vem é ‘visceral’. Eles são expansivos, cheios de personalidade, ímpares, intensos, explosivos e nada fáceis. Aqui entra aquela discrepância entre turismo e habitação. No turismo eles precisam do dinheiro que vem de fora, afinal, Roma é sustentada pelo dinheiro que sua história movimenta, por outro, conviver com romanos é complicado.

Sim, eles falam com a mãos;

Sim, eles gritam;

Sim, eles tem ótimos xingamentos;

Sim, acho que eles adoram uma briga.

Sobre isso, já montei uma “tese” na cabeça. Creio que no inconsciente coletivo dos Romanos ainda há resquícios do império, e por isso eles são tão estourados e tem uma certa pró atividade para a ‘guerra’. No meu edifício, que é bem pequenino, já briguei seriamente com uma senhora mal educada que mora dois andares acima. E foi ela que desceu para me xingar, por um único motivo: eu não posso pisar no pátio que fica do lado de fora da minha janela, este qual eu tenho a chave da porta, “porque pertence ao condomínio e é regra e pronto”, preciso dizer que foi uma discussão bem feia e mais de uma vez, ela foi a única que reclamou, ma mi ha rotto i coglioni abbastanza! Meio sem explicações, respirei e pensei ‘deve ser a cultura da guerra’, melhor pensar assim.

Sempre tem um lado bom, quando cria laço com um romano este será deveras teu amigo, pode ficar sem falar, pode viajar, pode pirar, pode tudo, ele vai ser teu amigo, quasi come la famiglia. São raros, mas são bons, acho que como a maior parte das coisas da vida.

Next Stop Roma 6

Amigo Romano e Romanista no jogo da Roma

“QUEM TEM BOCA VAIA ROMA”

Para quem não sabe, esta é a forma correta do ditado. Na época do império o desgosto com alguns imperadores fazia com que a população vaiasse. Os romanos vaiam bastante sua Roma, mas a amam de uma maneira linda, quase como os cariocas com Rio, só que mais. E se entende!

Aprendo diariamente, aprendo sobre diversidade, dificuldade, história, um milhão de coisas. Conhecer pessoas de todos os cantos me torna mais aberta, muito mais. Principalmente agora com a crise imigratória (mas isso não é assunto para agora).

Eu estava cursando um mestrado – comunicazione, media digitale e giornalismo – estudei na Famecos (PUCRS), e o formato de jornalismo deles me parece tão estranho e amador (sem julgamentos) que não consegui continuar e estou no processo de mudança de curso, para outro de comunicação e publicidade. O ano letivo recomeça em outubro. Mas sem dúvida, posso dizer que o academicismo não me ensina tanto quanto o fato de simplesmente estar aqui.

LUGARES

Coliseu – Parada que todo mundo fica eufórico quando pessoal chega em Roma. Por 12 euros tem direito a dois dias de ingresso, divididos entre Coliseu e fórum romano (ruínas da Roma antiga – beeem legal). COMPRE PELA INTERNET!

( http://www.coopculture.it/colosseo-e-shop.cfm )

Chiesa San Giovanni in Laterano – gente, eu amo essa igreja, sério, não sou uma pessoa religiosa, mas quando chego perto dela eu me arrepio toda! Ela foi o primeiro Vaticano. É incrível, é obrigatório, para as meninas assanhadas (hehe) tapem os bracinhos em respeito ao Cristo (na verdade não sei se é isso hahaha mas tem que levar um cachecol, véu ou algo assim) VÁ COMPORTADA, MENINA! Já fui, inclusive, barrada de entrar. É de tirar o fôlego, tem esculturas de QUATRO METROS DE ALTURA dos apóstolos e é uma das igrejas papais, aliás, ela no seu significado representa mais que San Pietro, já que tem o título de Mãe das Igrejas. É sério! É incrível, é linda, É GRÁTIS!

Next Stop Roma 7

Fachada da Igreja, com gopro parece que ela é pequena, mas na verdade é gigante

Vaticano – Bom, acho que não preciso falar muito. Não gosto de ir no museu, obviamente já fui, porque é meio obrigatório, mas acho um pouco claustrofóbico caminhar sem parar em corredores intermináveis com centenas de pessoas… hahaha sem querer desestimular, no geral as pessoas adoram, eu não! É claro que é incrível, eles tem uma coleção genial de obras e mais a capela Sistina, mas não repetirei o passeio tão cedo. A Basílica São Pedro tem filas enormes, mas se pegar um dia e conseguir entrar, é demais, demais mesmo. No subterrâneo tem os túmulos Papais, é algo indescritível de ver. COMPRE PELA INTERNET! (a Basílica é gratuita). 20 euros para os museus.

(http://biglietteriamusei.vatican.va/musei/tickets/index.html )

Porta Portese – Acontece todos os domingos pela manhã o mercado a céu aberto! É muito bom, tem tuuuudo que possa imaginar para vender por preços amigáveis. Esse mercado é gigantesco e é algo pertencente à cultura romana. Inclusive citado naquele filme do Vittorio di Sica (1948), I ladri di Biciclette.

Villa Borghese – Fazendo uma péssima comparação, mas para me fazer entender, é o Central Park de Roma. Pertencia à Famiglia Borghese (praticamente dona de Roma em a partir de 1500). Tiveram até Papa entre os seus – Papa Paulo V (Camillo Borghese). Lugar lindo, limpo, de paz e com um mirante para Piazza del Popolo.

Via del Corso – O lugar das compras, uma rua cheia de negócios de roupas. Começa na Piazza Venezia (aquela do Vittoriano) e termina na Piazza del Popolo.

Ps: O “COMPRE PELA INTERNET” é uma dica muito boa! Tu paga taxas, mas te livra de grandes filas e estresse.

DICAS

Pompi – Il Regno del Tiramisù – Seguinte, é uma confeitaria que se auto denomina ‘O Reino do Tiramisù’, um doce italiano de café que é único e gordamente maravilhoso. OBRIGATÓRIO! Porção individual de Tiramisù 3,50 euros (e pode escolher o sabor entre morango, pistache, banana e o tradicional). Dê uma babada aqui: http://www.barpompi.it/

Next Stop Roma 9

Tiramisù de morango e Profiteroles de chocolate

Yellow Bar/Hostel – Para o pessoal jovem, não estou fazendo jabá, mas me apeguei muito a este bar. É um hostel que possui um bar/discoteca. Hoje já conheço o staff e tal, então tenho um carinho especial. Mas todos intercambistas frequentam, fica perto da estação ferroviária central. Tu conhece gente de TODO o mundo! Tem uma jarra de chopp italiano de 1,5l Poretti que custa 12 euros. Antes da meia noite no subterrâneo tem jogos como beerpong ou twist, depois da meia noite tem dj e festa pra morrer dançando. No hostel nunca fiquei, mas dizem que é ótimo!!!! Detalhe: o bar funciona 24h. Aqui o fb pra dar uma olhada: https://www.facebook.com/TheYellowRome?fref=ts

Next Stop Roma 8

Festa com pessoal de todas as partes

Gelateria La Romana – Dizem as más línguas que é o melhor sorvete de Roma. Gente, o sorvete italiano é um (perdão a palavra) estupro gastronômico. Tu come e chora! É cremoso, com gosto denso e encorpado. http://www.gelateriaromana.com/

Importante: Tente não vir em julho e agosto, o calor é insuportável, não é exagero! São 40 graus! Dificulta passeios e te tira a vontade, assim não consegues aproveitar metade da cidade por causa da indisposição.

Bom, não tem como falar de tudo, Roma oferece muitas coisas, esse texto é uma super síntese de tudo que este lugar pode oferecer. Espero que tenham gostado.

No meu snapchat (tyssividaletti) tento falar um pouco mais sobre meu dia a dia por aqui, os pontos turísticos e curiosidades, no instagram (tyssividaletti) coloco imagens. Sempre com a minha visão particular, claro. Valeu!!!







  09/06
 

Viajar é uma das coisas mais deliciosas do mundo. A prova de que todos gostam de desbravar o mundo é que, quando perguntamos para alguém “o que você faria se fosse milionário?”, geralmente ouvimos “viajaria pelo mundo”. Porém, não precisamos abandonar tudo e vender a casa para fazer isso. De pouquinho em pouquinho, podemos ir viajando e conhecendo cenários maravilhosos. E já que é por etapas, aqui vai uma lista de dez lugares para conhecer antes dos 30 anos.

Não, calma. Ninguém aqui está dizendo que não podemos viajar depois dos 30. A questão é que a idade marca uma passagem importante para muitas pessoas, e nada melhor do que essas listinhas para impor algumas metas motivantes.

VLIFESTYLE - 10 LUGARES PARA CONHECER ANTES DOS 30

01. Barcelona – Espanha

Barcelona

02. Rio de Janeiro – Brasil

Rio de Janeiro - cidades brasileiras mais visitadas

03. Machu Picchu – Peru

Machu Picchu

04. Las Vegas – Estados Unidos

Las Vegas

05. Cancún – México

Cancun

06. Gold Coast – Austrália

Gold Coast

07. Amsterdã – Holanda

Amsterdan

08. Londres – Reino Unido

Londres VLIFESTYLE

09. Dublin – Irlanda

Dublin

10. Phi Phi Island – Tailândia

Phi Phi Island - Thailand

 







  26/05
 

“Em janeiro de 2014, após 36 horas entre aeroportos e voos, cheguei em Tel Aviv, Israel. Fiquei 10 dias por lá com um grupo de 20 brasileiros e 20 americanos. Visitamos diversas cidades, mas as mais conhecidas de Israel são Tel Aviv e Jerusalém.

Masada - Israel - vlifestyle

Não tem como falar de Oriente Médio e não falar do Mar Morto. Era inverno e estava 13 graus no dia, mas mesmo assim coloquei meu biquíni e fui. Foi uma realização conseguir boiar sem nenhum esforço, o mar fez isso por mim. Fomos a uma praia fechada que estava bem cheia, mas aproveitei para passar a famosa lama do Mar Morto para hidratar o corpo (dica: espere para comprar os cosméticos feitos com a lama nos free shops do aeroporto, mas não se esqueça do limite para líquidos em voos internacionais).

Saindo do litoral, outro local muito importante é o Muro das Lamentações datado do ano 70. É emocionante ver as pessoas fazendo suas orações, uma energia incrível, é revigorante. Não se impressione se, mesmo em tempos sem conflitos, ver jovens carregando armamento pesado pela cidade, inclusive em torno de templos sagrados. Em Jerusalém está localizado o Museu Yad Vashem, que é o maior centro de informações e memorial sobre o Holocausto. Só de lembrar como foi estar dentro do museu me arrepia, é como estar dentro de um filme.

Muro das Lamentações - Israel - VLIFESTYLE

Muro das Lamentações

Tel Aviv é o centro financeiro de Israel, é mais moderna, com prédios que são considerados patrimônio mundial pela UNESCO, por possuir a maior concentração de prédios em estilo Bauhaus do mundo. Tel Aviv também é conhecida por Tel Aviv-Yafo, sendo Yafo conhecida por “old city”, cidade portuária que foi anexada à cidade de Tel Aviv. A parte antiga concentra muita história e mercados. Para quem gosta de compras de rua, Israel é cheio de mercadinhos espalhados pelas cidades, onde se pode encontrar especiarias únicas do Oriente Médio ou souvenirs. A cidade de Haifa tem um dos mais importantes portos de Israel e tem uma vista linda. Outra atração que recomendo para quem vai para Israel é andar de camelo, eles são meio fedorentos, é meio desconfortável, mas vale a pena (ainda mais se você estiver com alguém que goste muito). Também aconselho a ir à Masada, escolha um tênis confortável para subir 500 metros de um monte rochoso.

Israel 1

Tel Aviv - Israel - VLIFESTYLE

Tel Aviv







  24/03
 

Praias de beleza sem igual, templos magnificos, culinária exótica, mil mercados, massagens famosas.. esses são apenas alguns dos motivos para visitar a Tailândia. Um dos lugares favoritos de mochileiros, o país asiático atrai por sua diversidade e cores convidativas. A jovem Marianna Sandrini fez essa viagem com o namorado e se encantou com as belezas do local.

Tailândia - VLIFESTYLE

País e cidade: Tailândia (Bangkok, Chiang Mai e Phuket) e Indonésia (Bali).

Quanto tempo ficou? Uns 20 dias.

Qual época do ano foi? Mês de maio.

Que idade tinha? 26 anos.

Qual objetivo da viagem e por que escolheu esse destino? Meu namorado sempre me falava que queria conhecer a Tailândia entre outros países asiáticos e eu nunca tinha me interessado. Até que comecei a pesquisar sobre e fiquei encantada com as cores, as paisagens, os lugares, as diferenças culturais e etc. Então resolvi dar uma chance e conhecer um lugar novo fora daquele roteiro comum que todo mundo vai.

Quais são os documentos necessários? Além do passaporte válido, um cartão internacional de vacinação contra febre amarela e na Indonésia é necessário um visto que é concedido quando você chega no país.

Quanto gastou em média? Como eu fechei um pacote que tinha quase tudo incluso, não gastei muito além dele. O pacote saiu em média uns 5 mil doláres.

Viajou sozinha ou em grupo? Fui eu e meu namorado.

Que tipo de hospedagem utilizou e como foi? Fiquei em hotéis que foram indicados pela agência de viagem onde fechei meu pacote. Eles eram super bem localizados e atendiam as nossas necessidades e todos contavam com café da manhã.

Como foi a alimentação? Que tipo de lugares foi para comer? Dê dicas. Foi bem tranquila. Não comi nenhum bicho estranho. Experimentei o arroz de jasmim e achei uma delícia! Em Bangkok eu indico ir no Vertigo and Moon Bar que fica no último andar de um prédio e a vista é incrível! Em Chiang Mai indico um restaurante que se chama Riverside, e como o próprio nome diz ele fica na beirada de um rio e tem comidas e bebidas típicas tailandesas e o ambiente é bem gostoso.

Como organizou a viagem? Comecei pesquisando roteiros na internet até que achei uma agência de viagens que faz roteiros para lugares diferentes. Entrei em contato e passei tudo o que queria fazer e os lugares que queria visitar. Então eles me mandaram um roteiro completo com hotéis, passeios, voo, restaurantes.

O que mais gostou? Eu gostei muito de Phi Phi Island em Phuket. As praias são lindas, água do mar clarinha, em diversos tons de verde, azul e por aí vai…Parece de mentira de tão lindo!

O que menos gostou? Sinceramente, eu gostei (muito!) de tudo! Talvez o calor e o bafo quente tenham sido o que eu menos gostei!

Como foi o contato com uma cultura diferente da sua? Foi super tranquilo. No começo fiquei um pouco apreensiva, mas eles foram super amigáveis e sempre com um sorriso no rosto! Foi bacana aprender sobre a cultura deles, sobre os templos e deuses.

Um lugar que todo turista tem que visitar: Difícil escolher um só lugar, mas acho que todo turista tem que ir em um templo pelo menos! Se tiver que escolher um só eu diria pra ir no Wat Pho em Bangkok, onde se encontra o Buda Reclinado.

Algum lugar te decepcionou? O mercado noturno de Bangkok. Só vende mercadorias falsificadas, nada de mais.

Voltaria? Com certeza!

Este slideshow necessita de JavaScript.